Blog da Magda Vieira; Nutrição, Saúde e Bem-Estar

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

31 de Agosto - Dia do Nutricionista





Nutrição é a ciência que estuda os alimentos e os aplica às necessidades nutricionais do homem. 
O nutricionista, responsável por planejar programas de alimentação, preparar dietas e cardápios, supervisionar a produção de alimentos e cozinhas de indústrias e restaurantes, além de acompanhar o regime alimentar de atletas. O Dia do Nutricionista – 31 de agosto - é comemorado nessa data, em virtude da criação da Associação Brasileira de Nutricionistas – ABN, que ocorreu no mesmo dia, no ano de 1949.
O Nutricionista exerce um papel fundamental na vida em sociedade. Ele utiliza a ciência da nutrição e interpreta fatores culturais, biológicos, sociais e políticos, com vistas a melhorar a alimentação, bem como a saúde e a qualidade de vida das pessoas, em todas as fases da vida.
 O nutricionista pode atuar em diversas áreas e setores. No setor administrativo de uma empresa, indústria, hospital, hotel ou escola, o profissional gerencia a produção de alimentos. Na área de catering, pode elaborar cardápios para companhias aéreas e emissoras de televisão.
Se optar por nutrição clínica, o profissional avalia o estado nutricional dos pacientes em ambulatórios, consultórios e hospitais e prescreve dietas de acordo com a enfermidade constatada.
No setor de marketing, o profissional pode desenvolver receitas e novos produtos alimentícios, promover degustações e organizar cozinhas experimentais. Na área de saúde pública, atua no planejamento de programas de merenda escolar e alimentação, em creches e postos de saúde.
Se optar por nutrição esportiva, o nutricionista pode trabalhar em clubes, academias, confederações ou por conta própria. Nesse caso, o profissional planeja cardápios e dietas adequadas às atividades físicas desempenhadas pelos atletas.

POEMA DO NUTRICIONISTA


Nutricionista não se apaixona...
alimenta sentimentos.

Nutricionista não faz exercício...
queima calorias.
Nutricionista não bebe...
lesa as células hepáticas.

Nutricionista não come doce...
ingere CHO de alto índice glicêmico.

Nutricionista não lava louça...
higieniza utensílios.

Nutricionista não faz comida...
ensina a comer.

Nutricionista não come kani...
ingere peixe sabor sirí.

Nutricionista não tem dor de estômago...
tem desconforto gástrico.

Nutricionista não toma remédio...
utiliza fármacos.

Nutricionista não tem desejos absurdos na gravidez...
tem picamalácia.

Nutricionista não tem IMC normal...
é eutrófica.

Nutricionista não é universitária...
é profissional em treinamento!!!!!!!!!!

Feliz Dia dos Nutricionistas!


Atividade física na idade adulta melhora a vida no envelhecimento


Desempenho físico e condição cardiorrespiratória ficam melhores com exercícios



Os benefícios da atividade física se acumulam ao longo da vida, de acordo com novo estudo publicado no American Journal of Preventive Medicine. Os pesquisadores - da MRC Unit for Lifelong Health, em Londres, Reino Unido, e daSchool of Population Health, University of Queensland, Austrália -, associaram atividades físicas voltadas ao lazer durante toda a idade adulta com a força e o desempenho físico depois da meia idade. 

O estudo acompanhou, por meio de dados, mais de 2400 homens e mulheres, desde março de 1946, ano em que nasceram. Os dados vieram do UK Medical Research Council National Survey of Health and Development. Foram analisados relatos dos próprios pacientes em relação aos níveis de atividade física de lazer enquanto tinham 36, 43 e 53 anos de idade. Quando os voluntários chegaram aos 53 anos, os estudiosos passaram a investigar também força de preensão, equilíbrio em pé e tempo que demoravam em levantar de uma cadeira.

Esses fatores servem como indicadores de força e desempenho físico. A força de preensão é uma medida da condição muscular da parte superior do corpo. O tempo levado para levantar de uma cadeira está associado à força muscular dos membros inferiores, assim como a condição cardiorrespiratória. Já o equilíbrio em pé requer concentração mental e controle motor, além de medir uma série de sistemas neurofisiológicos e sensoriais.

Ao final da análise, descobriu-se que os participantes que eram mais ativos nas três idades analisadas mostraram melhor desempenho no teste de levantamento da cadeira. Pessoas mais ativas nos 43 e 53 anos também foram melhores no teste de equilíbrio em pé. No entanto, os níveis de atividade física e força de preensão não foram associados em mulheres e, entre os homens, a associação só aconteceu entre aqueles com 53 anos. 

Para os pesquisadores, as descobertas sugerem que a promoção das atividades físicas por lazer durante a idade adulta teria efeitos benéficos na saúde das pessoas, quando mais velhas. Isso seria responsável pela melhoria da qualidade de vida da população. 

Atividade física é aliada do cérebro durante o envelhecimento 

Idosos com transtorno cognitivo leve costumam apresentar dificuldades significativas de memória com outras funções cognitivas preservadas, sem que isso atrapalhe de forma expressiva as suas atividades diárias. Outros apresentam uma variante em que a memória é preservada enquanto outras funções estão acometidas. Nem todas as pessoas que apresentam transtorno cognitivo leve apresentarão demência no futuro, mas a maioria poderá desenvolver. A cada ano, cerca de 10-15% de idosos com diagnóstico de transtorno cognitivo leve receberá o diagnóstico de demência, comparado a 1-2% para idosos sem o problema. 

Pesquisadores da Universidade de Washington (EUA) ofereceram um programa de atividade física para 33 idosos com o diagnóstico de transtorno cognitivo leve com média de idade de 70 anos. Uma parte dos idosos recebeu um treinamento aeróbico intenso, de 45-60 minutos por dia, enquanto outra parte realizava apenas alongamento supervisionado, sem elevação da frequência cardíaca. Após seis meses de treinamento, aqueles que foram submetidos à atividade física intensa apresentaram melhora das funções cognitivas quando comparados ao grupo que ficou restrito ao alongamento. E os efeitos positivos foram ainda mais significativos entre as mulheres, o que pode ser explicado por diferentes efeitos no metabolismo das mulheres, como foi demonstrado na produção e utilização de insulina, glicose e hormônio cortisol. 

Já conhecemos uma série de efeitos positivos da atividade física sobre o funcionamento do cérebro, mas vale lembrar também da questão comportamental, já que bons hábitos costumam atrair outros. Indivíduos envolvidos em programas regulares de atividade física têm mais chance de se alimentar melhor, de ficar longe dos excessos e hábitos prejudiciais à saúde e de seguir as orientações médicas, nutricionais e do educador físico.  

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Alimentação saudável ajuda a controlar as emoções


Ômega 3 colabora com problemas como depressão, ansiedade e insônia



 Você já deve ter visto diferentes tipos de gordura. Por exemplo, a gordura de carne bovina em temperatura ambiente é mais rígida do que a gordura vegetal. Sabendo que nosso cérebro é formado em maior parte por gordura, qual delas você escolheria para "alimentá-lo"? 

Segundo o neuropsiquiatra e pesquisador, David Servan-Schreiber, a melhor escolha são as gorduras mais líquidas, em especial os ácidos graxos ômega 3. Por quê? Porque o cérebro é formado em maior parte por gordura e para que ele possa processar informações de forma fluída e flexível precisa também de uma gordura mais fluída e flexível.

Diferentes hábitos alimentares mostram o impacto do ômega 3 em nossa saúde. A depressão pós-parto costuma ocorrer de três a vinte vezes mais em países do ocidente do que em países do oriente. Tal discrepância se dá porque no oriente há maior consumo de peixes e mariscos, alimentos ricos em ômega três.

Ômega 3 é fundamental para a saúde do cérebro

O ômega 3 é fundamental para a constituição do cérebro e manutenção do seu equilíbrio, é por isso que essas gorduras são a principal nutrição que o feto recebe pela placenta. É também por isso que as "reservas" da mãe que já são baixas na dieta ocidental caem de forma dramática nas últimas semanas da gravidez e continuam diminuindo durante a amamentação, o que aumenta o risco da depressão pós-parto. Mães precisam de ômega 3 para si e para o bebê!

O ômega 3 é importante para a redução de sintomas relacionados ao transtorno bipolar, ansiedade, depressão , esquizofrenia, insônia, fadiga, baixa libido e irritabilidade. 

O ômega 3 também contribui para o alívio dos sintomas de TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade). Em pesquisa canadense na qual um grupo de crianças recebeu ômega 3 e o outro placebo. Os pais das crianças que receberam ômega 3 relataram melhora significativa da atenção e comportamento de seus filhos. Os pais das crianças que receberam placebo não notaram diferenças.

Onde encontrar o ômega 3? Peixes, em especial salmão, arenque, truta, sardinha, frutos do mar, linhaça, canola, espinafre e agrião. 

Medo de engordar com o ômega 3? Fique tranquila, o modo como o corpo metaboliza o ômega 3 reduz o acúmulo de tecido gorduroso. Alguns pacientes até perdem peso! 

Refrigerantes aceleram o envelhecimento precoce


Elevados níveis de fosfato contribuem para o avanço dos sinais de envelhecimento



Especialistas apontam os refrigerante como inimigos da saúde, pois carregam boas doses de açúcar e sódio, que favorecem o ganho de peso e retém líquido. 

Agora, a ciência aponta mais um motivo para bebê-los com moderação. Uma pesquisa da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, apresenta os altos níveis de fosfato encontrados na bebida como um dos fatores de aceleramento do envelhecimento precoce.

Segundo os pesquisadores, elevados níveis de fosfato podem acelerar os sinais de envelhecimento, aumentando a prevalência de doenças relacionadas com a idade, como doença renal crônica e calcificação cardiovascular, além de induzir à atrofia muscular e da pele. 

Para chegar a tal conclusão, os pesquisadores analisaram os efeitos do nutriente em 200 voluntários e os resultados foram surpreendentes: dos 200 voluntários avaliados durante seis semanas de pesquisa, 90 apresentaram sinais de envelhecimento celular após consumir dois copos de refrigerante por dia.

60 tiveram sintomas de doença renal, e apenas 50 não sofreram nenhuma alteração com a ingestão da bebida. De acordo com os pesquisadores, quando o fosfato entra no organismo, reage com as substancias responsáveis pelo metabolismo celular acelerando o processo de envelhecimento. 

O fosfato é encontrado naturalmente em alguns grãos, leite, gema do ovo, mas é adicionado em quantidades maiores em refrigerantes, chocolates, pirulitos, balas, doces industrializados, sorvetes, ketchup, maionese e pratos prontos, incluindo os congelados. 

Banana ajuda a combater a insônia


Substância presente na fruta acalma e regula a atividade cerebral noturna



Pesquisadores da Universidade das Filipinas comprovaram que comer banana ajuda a combater insônia. Foram testadas 20 pessoas que sofriam de  insônia. Todos os voluntários ingeriram duas ou três bananas por dia, durante seis meses, e não mudaram em nada seus hábitos diários. Após esse período de teste, constatou-se que 15 dos 20 pacientes conseguiram dormir sem grandes dificuldades e mantiveram sono tranquilo e normal após a pesquisa. 

A explicação para essa alteração positiva do sono destes pacientes ocorre por que a fruta é rica em triptofano, um antidepressivo natural, que regula os níveis de serotonina no cérebro e melhora o humor das pessoas. Quando ingerido à noite, a substância o acalma e diminui a atividade cerebral intensa, fazendo com que a pessoa consiga se "desligar" com mais facilidade. Os pesquisadores filipinos observaram ainda outras virtudes da banana para a saúde, como os altos níveis de vitamina A, C, K e B6. 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Panqueca light de queijo minas





Ingredientes para a massa

1 colher (sobremesa) de Azeite de oliva 
2 xícaras (chá) de leite desnatado 
1 xícara (chá) de farinha de trigo 
3 ovos 
sal

Ingredientes para o recheio

400 gramas de Queijo Minas Light
½ lata de Molho de tomate 

Modo de Preparo

Bater os ovos, com o leite, a farinha de trigo e o sal no liquidificador. Esquentar o azeite de oliva em uma frigideira rasa. Adicionar uma porção da massa (aproximadamente 5 colheres de sopa) para fritar. Com uma escumadeira, virar a massa, para dourar dos dois lados. Reservar as panquecas. Recheio: Cortar o queijo minas light em fatias grossas. Rechear cada panqueca com 1 colher (sopa) de molho de tomate e uma fatia de queijo e enrole-as. Colocar em um refratário e cobrir com o molho de tomate. Levar ao forno pré-aquecido por cerca de 20 minutos, para derreter o queijo. Servir em seguida.

Dica

Enfeite o prato com manjericão ou salsinha.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Consumo de nozes combate o estresse


Esta oleaginosa controla a pressão alta e tem ação anti-inflamatória



Comer regularmente uma porção de nozes pode diminuir o aumento da pressão sanguínea causada pelo estresse, diz um novo estudo feito pelaPennsylvania State University, nos Estados Unidos. De acordo com os cientistas, este benefício se deve a presença de ômega-3, gordura insaturada encontrada nas oleaginosas. O estudo observou 22 adultos saldáveis, mas com elevados níveis de colesterol ruim, o LDL. 

Os participantes foram separados em três grupos, que receberam alimentação diferenciada durante seis semanas. Além disso, as pessoas que participaram da pesquisa foram expostas a situações estressantes duas vezes ao dia, e depois sua pressão sanguínea era medida.  

Os pesquisadores descobriram que o grupo que consumia em média 18 nozes e óleo de nozes todos os dias tinha o nível de pressão arterial até dois pontos mais baixo do que os outros participantes, inclusive em momentos de estresse. 

O coração também agradece

Além disso, os cientistas também descobriram que depois de consumir nozes, os participantes tinham uma dilatação nas artérias e uma reação anti-inflamatória nos vasos sanguíneos, o que pode ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares. A noz é conhecida como uma rica fonte de fibras, antioxidantes, gorduras insaturadas e ômega-3. 

Essas características, segundo os pesquisadores, favorecem a regulação do peso corporal e o equilíbrio das taxas de colesterol sanguíneo. A oleaginosa também oferece boas doses de selênio, considerado um oligoelemento, já que o organismo precisa de pouca quantidade dele para suprir sua necessidade. O mineral é um antioxidante que atua juntamente com a vitamina E.  

Entre as funções desempenhadas pelo selênio, destacam-se a participação na síntese de hormônios tireoidianos e o auxílio a enzimas que dependem dele para terem um bom funcionamento. Em outras palavras, ele é essencial para o controle da produção hormonal e para a saúde dos cabelos, pele e visão. 

Relaxe comendo

A noz sozinha pode não dar conta do recado. Por isso, conheça outros alimentos que combatem o estresse e melhoram a sensação de bem-estar. 

Banana: a fruta é um carboidrato rico no aminoácido triptofano ( cada 100g da banana contém em média 18mg de triptofano). Acontece que este aminoácido é uma substância precursora da serotonina. "Sem serotonina, o organismo fica suscetível a males como depressão, irritabilidade, insônia, ansiedade, mal humor e hiperfagia (aumento exagerado da fome)", explica a nutricionista Lucyanna Kalluf. A serotonina também é considerada como sendo uma substância anorexígena, diminuindo a compulsividade e a fome. 

Mel: o alimento é um carboidrato fonte de triptofano, com ação calmante que induz a uma sensação de bem estar melhorando a função da serotonina no cérebro. O mel tem uma função importante como regenerador da microflora intestinal, quando combinado aos lactobacilos presentes no intestino. Sabe-se que mais de 90% da serotonina é produzida no intestino, portanto o mel ajuda a manter a integridade intestinal colaborando com uma melhor regulação neuro-endócrina, com mais serotonina e mais disposição e sensação de prazer. 

Abacate: esta fruta rica em ácido fólico, vitamina B3 ( niacinamida) e potássio. O abacate também tem mais proteína que qualquer outra fruta, cerca de 2 g para cada porção de 110 g. Possui, ainda, quantidades úteis de ferro, magnésio e vitaminas C, E e B6. A niacinamida ( Vitamina B3) tem ação específica sobre o sistema nervoso central, colaborando com a manutenção de hormônios que regulam as substâncias químicas do cérebro e garante efeito relaxante. Esta vitamina tem ação conjunta com o ácido fólico, que atua como coenzima de diversos neurotransmissores do bom humor. Dica: fique atento ao valor calórico da fruta: cada 110 g contém cerca de 200 calorias. 

Chá verde: afasta os riscos do estresse oxidativo, que é a deficiência de substâncias antioxidantes no organismo, trazendo como consequências doenças como a obesidade e até depressão. O chá verde é rico em polifenóis, nutrientes antioxidantes que atacam os radicais livres das células cerebrais, mantendo a sua atividade neuroprotetora, diminuindo a probabilidade de inflamação cerebral e favorecendo sensação de bem-estar. 

Alterações nas unhas podem representar sérios problemas


Conheça as alterações que podem identificar unhas doentes



As unhas não têm apenas função estética, mas também são funcionais. Elas são lâminas de queratina que recobrem os dedos e são divididas em matriz, placa aderente ao leito, dobras ou pregas laterais e borda livre. A espessura da unha varia de 0,5 a 0,75 milímetros e seu comprimento cresce cerca de 0,1 milímetro ao dia, com algumas variações individuais. Este crescimento diminui com a idade e pode ser influenciado por doenças da pele ou sistêmicas. 

As alterações patológicas das unhas são multiformes, podendo ser congênitas, hereditárias ou adquiridas. A matriz da unha absorve água e sua flexibilidade depende disso. Uma unha doente é seca, quebradiça, sem brilho e mais endurecida. Por outro lado, uma unha saudável é hidratada, fácil de reparar, brilhante e mole. 

"Se perceber distúrbios de forma, cor ou fragilidade, procure o médico para uma investigação diagnóstica adequada."

Alterações nas unhas

Algumas alterações encontradas diretamente nas unhas podem denunciar doenças diversas como a Síndrome das Vinte Unhas. Este mal compromete todas as unhas, que apresentam lâminas opacas, acinzentadas e com estrias longitudinais. A causa é desconhecida e não há tratamento indicado. 

Muitas podem ser as alterações das unhas em enfermidades de pele. Dentre elas a Psoríase é umas das mais frequentes, onde as deformidades das unhas podem ser a única manifestação da doença. Suas características mais comuns são unha em dedal, superfície rugosa, perda de brilho e mudança de cor. Às vezes pode ser confundida com micose, portanto o médico poderá fazer a diferenciação através de exames micológicos e clínicos. O Líquen Plano pode ser a única manifestação da doença, ou associar-se ao quadro de comprometimento cutâneo-mucoso.  

Depressões puntiformes ou lineares, superfície rugosa e sem brilho ou com estrias e espessamentos podem ser eventuais sinais da Alopécia Areata. Já unhas quebradiças e a presença de estrias brancas na borda livre da cutícula pode caracterizar a Doença de Darier. 

A Epidermólise Bolhosa é a atrofia ou perda da unha através de cicatriz anormal e grossa no leito da unha. Por outro lado, o descolamento da unha por lesões abaixo das unhas, identifica Pênfigos e Penfigóides. Sulcos e espessamentos também podem ser Pitiríase Rubra Pilar. Tanto a Necrólise Epidérmica Tóxica e a Síndrome de Stevens-Johnson aparecem através do descolamento total e perda da unha. Estas últimas, quadro graves, frequentemente estão associadas ao uso de drogas. 

Doenças sistêmicas

Dentre as alterações ligadas a doenças sistêmicas temos: 

Doenças cardiorrespiratórias, caracterizadas como as unhas em vidro de relógio, que tem convexidade exagerada e cor azulada (cianose) no leito da unha, além de dedos em forma de "baqueta de tambor". Presente em quadros com insuficiência respiratória crônica e cardiopatias, a unha fica redonda e curva, porém menos espessa. 
A Síndrome das Unhas Amarelas, é associada a processos pulmonares como bronquite crônica, bronquiectasias, derrame pleural e câncer pulmonar. Doenças do fígado, apresentam alterações como descolamento da unha, forma alterada, estrias, fragilidade e unha em cristal. São frequentemente encontradas em pacientes portadores de cirrose. 
Doenças gastrointestinais são exemplificadas como na Colite Ulcerosa de Crohn, Polipose e outras doenças desabsortivas, onde encontramos unhas com alterações de forma, cor e descolamento. 
Doenças renais vêm acompanhadas de estrias brancas transversais chamadas de "unhas meio a meio". A porção proximal tem cor esbranquiçada e a distal vermelho rósea ou às vezes castanha. Alterações de forma e cor, além de unhas frágeis também são encontradas em doenças renais crônicas. 
Doenças endócrinas são caracterizadas por unhas grandes na acromegalia. No hipertireoidismo as unhas crescem rapidamente e podem ficar amolecidas, além do descolamento do leito, estrias e formato em colher. Ao contrário, no hipotireoidismo o crescimento é lento e as unhas quebradiças. No diabetes, há anomalias nas unhas que são secundárias à neuropatia ou às alterações vasculares da doença. Ocorrem também infecções bacterianas ou fungos juntamente com deformações nas unhas. 
Doenças do sangue mostram palidez do leito da unha em anemias graves. Na micose fungóide e nos linfomas há prurido (coceira), e desgaste da unha. 
Doenças psicogênicas são observadas em pacientes que comem unhas, como por exemplo, o impulso compulsivo com roedura e destruição total ou parcial. Em escoriações neuróticas encontramos unhas desgastadas pela coçadura. 
Doenças dos vasos podem estar deslocadas, azuis, com estrias e alterações de curvatura são vistas na síndrome de Raynaud. 
Doenças carenciais ou metabólicas são vistas quando na avitaminose A as unhas ficam adelgaçadas, parecendo casca de ovo. Na deficiência de Vitamina B12 são descritas alterações pigmentares, já na avitaminose C pontos vermelhos e azuis.
Em alterações ligadas ao uso de drogas ou toxinas encontramos linhas brancas transversais em administração prolongada de tetraciclina. Neste caso, podem surgir unhas de coloração amarelada. A administração de isotretinoína pode induzir ao crescimento excessivo de tecido de granulação nas bordas das unhas.

Existe uma infinidade de patologias que se manifestam sozinhas ou associadas a alterações das unhas. Portanto, se perceber distúrbios de forma, cor ou fragilidade, procure o médico para uma investigação diagnóstica adequada. 

70% dos bebês consomem muito sal





       Estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, mostra que 70% dos bebês ingerem uma quantidade maior de sal do que o recomendado. De acordo com especialistas, isso se deve aos alimentos salgados e processados oferecidos a eles, como extrato de levedura, molho de carne, feijão e macarrão em lata. Altos níveis de sal podem prejudicar os rins da criança, que ainda estão em desenvolvimento, além de acostumá-las com alimentos salgados e estabelecer práticas alimentares que continuam na idade adulta e podem resultar em problemas de saúde no futuro. Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram dados de 1.200 crianças e descobriram que a maioria dos bebês recebeu alimentos sólidos em torno dos três a quatro meses de vida. Alimentos sólidos contêm níveis mais elevados de sal, e quando as crianças chegavam aos oito meses de idade, consumiam o dobro de sal recomendado para essa faixa etária. No Reino Unido, onde foi realizado o estudo, a maior parte do sal é adicionada aos alimentos durante a fabricação, e os britânicos usam pouco sal no cozimento e durante as refeições. "Estes resultados mostram que o consumo de sal deve ser substancialmente reduzido em crianças desta faixa etária. Bebês necessitam de alimentos especialmente preparados para eles sem adição de sal, por isso é importante para adaptar a dieta da família”, diz Dr. Pauline Emmett, autora da pesquisa. “A pesquisa sugere que os pais devem se atentar para os alimentos adequados para as crianças, uma vez que é responsabilidade deles o que o filho vai comer”, completa.

A pesquisa foi publicada pelo European Journal of Clinical Nutrition.

Beber suco 100% natural aumenta consumo diário de nutrientes


Estudos mostram que adultos que bebem suco de fruta têm dieta mais adequada



Faz parte do hábito de uma alimentação saudável achar maneiras práticas de adicionar porções de frutas à dieta - e os importantes nutrientes que elas fornecem. Uma alternativa bastante usada é beber o suco da fruta em vez de comê-la. Embora os especialistas reconheçam que 120 ml de suco 100% natural equivale a uma porção de meio copo da fruta in natura, ainda há divergências sobre a qualidade dos nutrientes obtidos nessas duas formas de consumo.

Aposte em sucos poderosos 

Para aproveitar não só os nutrientes dos sucos, mas também a potente combinação de ingredientes funcionais, a nutricionista, Patrícia Davidson, indica as seguintes receitas.

Suco anti-celulite

Ingredientes

1 colher de sobremesa de salsa 
1 pires de chá de couve manteiga crua
1 fatia média de abacaxi 
350 ml de água de coco 
3 folhas de hortelã 
½ limão para suco

Modo de preparo 

     No dia anterior ao preparo do suco, coloque a água de coco em forminhas para gelo e leve ao congelador. Para preparar o suco, bata bem no liquidificador a água de coco, a couve e a salsinha. Acrescente o abacaxi, gotas de suco de limão e hortelã. Bata até ficar bem homogêneo. Adoce, caso seja necessário. Se preferir, substitua o abacaxi por melão.  
A mistura de antioxidantes e verduras é potente para reduzir a inflamação típica da celulite. As verduras garantem maior desintoxicação, o limão contém vitamina C e limoneno, ambos com atividade anti-inflamatória, garantindo uma pele mais lisa. O potássio da água de coco evita a retenção de líquido, outra característica do processo inflamatório. A receita ainda colabora na recuperação das células e dá mais viço a ela, melhorando o aspecto de casca de laranja.
Metabolismo acelerado 

Ingredientes 

- 1 colher de sopa de mate solúvel 
- 1 copo de 200 ml de água
- ½ maçã sem semente
- ½ mamão papaia 
- 1 banana prata
- ½ copo de 100 ml de leite de soja 
- Gelo a gosto 

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva gelado. Por ser um suco protéico, a bebida é energética e estimulante, garantindo que o metabolismo funcione a todo vapor. Segundo a nutricionista funcional Patrícia Davidson, a presença do mate na receita faz o suco interessante para as manhãs, já que garante mais disposição para o dia. Aconselhamos a preferir o mate solúvel em vez do industrializado apresentado em copinhos, pois o primeiro é isento de aditivos químicos. Os aditivos, quando consumidos com regularidade, influenciam no metabolismo, tornando-o mais lento. 

Desintoxicante

Ingredientes

- 1 copo de 300 ml de abacaxi em cubos 
- 1 colher de sopa de raspas de casca de limão 
- ½ colher de sobremesa de gengibre fresco ralado 

Modo de preparo 

Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva. Os componentes do abacaxi, como vitaminas do complexo B, ácido pantotênico e vitamina A, fazem a fruta ser energética. Além disso, o abacaxi tem efeito antiinflamatório, diurético e digestivo, graças a uma substância encontrada em seu miolo, a bromelina. Já a casca do limão e o gengibre contêm substâncias antioxidantes, tendo funções antiinflamatórias. Quanto maior for a expulsão de toxinas do organismo, mais disposição física você vai notar. Outros benefícios percebidos são pele mais firme e intestino funcionando em ordem.

Suco para pele dourada e hidratada 

Ingredientes

- ¼ de uma cenoura média crua 
- ¼ de um mamão papaia médio 
- ½ limão médio para suco 
- 1 colher de sobremesa de semente de linhaça dourada 
- 1 colher de sobremesa de gérmen de trigo 
- 1 colher de sobremesa de farelo de semente de linhaça dourada 
- Água 

Modo de preparo 

Bata todos os ingredientes e sirva. O mamão papaia e a cenoura se destacam por serem ricos em vitamina A, nutriente capaz de recuperar e regenerar o tecido celular. Fundamental também para a saúde dos cabelos e unhas. Além disso, a receita contém grandes quantidades de vitamina C e flavonóides, que entram em ação contra os radicais livres, protegendo a pele dos efeitos nocivos do sol e prevenindo contra o envelhecimento precoce. Já o gérmen de trigo contém quantidade suficiente de vitamina E. Juntamente com o ômega-3 fornecido pela linhaça dourada, o ingrediente garante a hidratação da pele e também preveni o envelhecimento das células. 

Memória em dia: alimentos que estimulam o cérebro

Eles melhoram a concentração e ajudam a aumentar seu rendimento nos estudos



    A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro: 

- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.
- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio. 
- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas. 
- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.
- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro. 
- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio. 
- Acetil-colina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio. 
- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio. 
- Fosfolipídeos (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio. 
- Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula. 
- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante. 
- Cafeína: É um potente estimulante do sistema nervoso central. Tem efeitos positivos, como aumento da disposição física e diminuição do sono. Em excesso, causa danos à memória. Café e chá verde. 
- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e na performance cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes. 

Pessoas que bebem se alimentam pior




      
     Estudo realizado com adultos na Espanha descobriu que pessoas que exageram no consumo de bebida alcóolica e que bebem durante as refeições têm uma alimentação considerada ruim, segundo as diretrizes de dieta saudável. Os resultados serão publicados na edição de novembro deste ano da revista científica Alcoholism: Clinical & Experimental Research. “O consumo de álcool reduz o hábito de alimentação saudável, o que leva a efeitos metabólicos adversos que se somam diretamente aos já produzidos pelo álcool”, diz José Lorenzo Valencia-Martín, um dos autores do estudo da Universidade Autónoma. “A influência direta do álcool na dieta depende da quantidade de bebida ingerida, frequência de consumo, tipo de bebida preferida e se a ingestão de álcool ocorre durante as refeições”, completa.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Alimentos termogênicos aceleram o metabolismo e ajudam a emagrecer


Gengibre, canela, pimenta e chá verde são algumas opções.



Saiba qual a quantidade ideal de consumo e como prepará-los

Alimentos termogênicos são aqueles que ajudam a emagrecer porque aceleram o metabolismo, que é a energia que o organismo gasta para manter o corpo vivo. Ao comer esse tipo de alimento, o organismo gasta mais energia e, consequentemente, queima a gordura armazenada.

Mas para que os alimentos termogênicos ajudem mesmo a emagrecer, é preciso que eles sejam consumidos sempre, pelo menos duas vezes por dia. A opção é ser criativo na hora de incluir estes ingredientes na dieta.

O gengibre, por exemplo, é muito versátil. "Você pode usá-lo para temperar carnes, fazer chá, ou ainda colocar em uma garrafinha de água, para consumir as propriedades do alimento ao longo do dia. Duas lascas finas de gengibre por dia são suficientes", explica Jaqueline Minatti, nutricionista.

A canela pode ser usada tanto em casca, para fazer chá, como para temperar carnes. Uma boa quantidade de consumo é meia colher de chá, que também pode ser usada sobre salada de frutas ou misturada à banana, com aveia e flocos.

Três xícaras de chá verde são o ideal para se tomar por dia. Uma ideia é usar o chá como base de sucos, no lugar da água. É o chamado suchá, ideal para ser tomado cinco minutos antes das refeições. De pimenta, basta consumir cerca de meia colher de chá diariamente.

"Os estudos mostram que é possível reduzir até 200 calorias ao dia fazendo uma alimentação saudável com a inserção dos alimentos termogênicos. Variando e comendo pelo menos dois deles, se consegue bom resultado".

        Para garantir uma queima de gordura maior ainda, é só consumir os alimentos termogênicos antes da atividade física. "Além de deixar a pessoa mais ativa, mais animada para exercícios, potencializa a queima de gordura, que já iria acontecer durante a atividade".

        Porém, vai um alerta para o consumo demasiado deste tipo de comida, afirmo que o exagero é perigoso e pode levar a uma deficiência de nutrientes importantes e que são úteis para que o corpo funcione bem. “A ingestão destes alimentos em excesso pode gerar dores de cabeça, insônia, problemas digestivos, tonturas, entre outros malefícios. Pacientes que apresentam esses sintomas, ao fazer o uso dos termogênicos, devem buscar o acompanhamento do médico e nutricionista. Pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar deles, pois podem levar ao aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia. 

Tem Que Ser Rápido... E Saudável!





Uma análise das tendências de consumo realizada pela equipe do nutrólogo  e pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade Federal de São Paulo, mostra que parte da população não abre mão de alimentos práticos. O estudo aponta o crescimento de 15% nos gastos com produtos semiprontos na classe C. Entre os itens mais consumidos, destacam-se sanduíches e pizzas.

Outros trabalhos também ressaltam a busca do brasileiro pela praticidade, caso do relatório Brasil Food Trends 2020, que foi elaborado pelo ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos) em parceria com a FIESP e o IBOPE. O corre-corre do cotidiano faz com que o tempo para as refeições fique cada vez mais restrito. Entretanto, os especialistas estão atentos e reforçam a importância do equilíbrio de nutrientes para garantir a saúde e a disposição.

Até mesmo um rápido sanduíche pode ser completo do ponto de vista nutricional, mas ele deve conter o carboidrato, vindo do pão, a proteína e a gordura das carnes ou dos ovos e dos queijos. Também é importante que a preparação traga vegetais coloridos, que ofereçam vitaminas, minerais e fibras, caso do tomate, do pepino, da cenoura, da alface e de outras hortaliças.

Fonte: Trigo e Saúde

Alimentos funcionais: a saúde no seu prato!




A correria da vida moderna tem imposto mudanças no estilo de vida e nos hábitos alimentares de pessoas mundo afora. Associado a esses e outros fatores, como o aumento da expectativa de vida, houve também uma mudança no chamado perfil epidemiológico de toda a população. Isso quer dizer que as causas de mortalidade vêm sendo modificadas e, se antes as maiores prevalências eram das doenças agudas (transmissíveis/infecciosas), hoje a grande preocupação são as enfermidades crônicas (ou doenças crônicas não transmissíveis), como o diabetes, a hipertensão, aterosclerose e câncer.

A verdade é que não temos escolha senão seguir o ritmo do mundo contemporâneo e, em meio a tudo isso, somos bombardeados com inúmeras novidades que afetam nosso comportamento alimentar e a saúde como um todo. Para não fazer parte das estatísticas de doenças crônicas, você pode e deve usar a ciência e o conhecimento a seu favor, lembrando, é claro, de filtrar as informações e identificar a veracidade e aplicabilidade do é apresentado.

Nesse contexto, observa-se um aprofundamento dos conhecimentos relacionados aos alimentos e suas propriedades. Os alimentos funcionais vêm chamando a atenção de cientistas mundo afora. Estes são alimentos que, além da sua função nutricional básica, podem produzir efeitos metabólicos ou fisiológicos benéficos para a saúde. Dentre eles estão: a soja, o chá verde, o azeite, a linhaça, a aveia, o tomate, o alho e a cebola. Muitos deles já têm suas propriedades funcionais reconhecidas pela ciência, porém alguns estudos ainda não são conclusivos.



As substâncias que garantem suas propriedades funcionais podem ser provenientes tanto de seus constituintes normais, como fibras, ômega 3,  isoflavonas (presentes na soja), resveratol (encontrado no suco de uva integral e vinho tinto), flavonoides (um tipo de antioxidante presente em frutas vermelhas), catequinas (encontradas no chá verde), vitaminas e etc., quanto da adição, pela indústria, de ingredientes que modifiquem ou intensifiquem suas propriedades originais, tais como os biscoitos vitaminados, leites enriquecidos e cereais matinais ricos em fibras. Vale ressaltar que alimentos industrializados só podem ser classificados como funcionais se o fabricante apresentar a comprovação de que as propriedades referidas no rótulo são verdadeiras, e se o consumo do produto em questão não implicar em risco para a saúde.

O uso da alimentação para redução do risco de doenças não é nenhuma novidade. Há 2.500 anos atrás, Hipócrates já dava a dica: “faça do seu alimento seu remédio”. Diante das evidências a seu favor, os alimentos funcionais vêm ganhando cada vez mais adeptos, afinal, apesar de não curarem doenças, são uma forma natural de reduzir o risco das mesmas. A grande vantagem é que não possuem contra- indicações, a não ser, é claro, que você resolva viver de chá verde e linhaça. O grande segredo para fazer com que a alimentação funcional realmente funcione reside na adoção de hábitos saudáveis, consumindo refeições equilibradas e ricas em todos os tipos de nutrientes. Isso, por si só, garantirá a ingestão de alimentos com propriedades funcionais naturais e, consequentemente, sua saúde e bem estar!

Fonte: Nutrição em foco

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A obesidade é socialmente contagiosa



Diz um estudo da Universidade do Estado do Arizona (EUA).

Segundo os autores da pesquisa, antropólogos, o fato de que a obesidade se espalha entre amigos e parentes já era conhecido. Eles queriam observar como isso acontecia.

Eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes.

Comparando o índice de massa corporal dessas mulheres aos de seus parentes e amigos, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.
A equipe examinou três possibilidades para a disseminação da obesidade por meio de conexões sociais.
Todas têm a ver com ideias compartilhadas sobre o que é peso adequado para essas pessoas.

“Você pode saber o que seus amigos acham que é um peso aceitável e mudar seus hábitos para alcançar essa meta. Ou você pode não concordar com o que seus amigos pensam mas se sentir pressionado a atingir esse ideal. Ou, ainda, você pode formar uma noção de peso adequado observando os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.”, afirma Daniel J. Hruschka, antropólogo e líder do estudo.

O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar junto com os amigos podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.

O estudo analisou também o estigma da obesidade. As voluntárias foram questionadas sobre se preferiam ser obesas ou ter problemas como alcoolismo ou herpes. Em muitos casos, as mulheres preferiam sofrer desses problemas a serem gordas. Cerca de 25% delas preferiam ter depressão grave à obesidade, e 14,5% preferiam ser cegas do que gordas.

"Esse estudo é importante porque mostra que apesar de o agrupamento de pessoas obesas ser uma realidade, não são as ideias similares sobre peso ideal que causam isso", afirmou Alexandra Brewis, uma das autoras do trabalho. "Precisamos nos concentrar no que as pessoas fazem juntas e não no que elas pensam."

Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Alimentação Complementar



Quando e quais alimentos devem ser introduzidos




A alimentação da criança desde o nascimento e nos primeiros anos de vida tem repercussões ao longo de toda a vida do indivíduo (MONTE; GIUGLIANI, 2004). A alimentação adequada até os dois anos de idade é fundamental para promover o crescimento e o desenvolvimento apropriados da criança. Até os seis meses de vida, o leite materno deve ser a única fonte alimentar, pois sozinho é capaz de nutrir adequadamente as crianças, além de favorecer a proteção contra doenças. Porém, a partir desse período, a complementação do leite materno é necessária para elevar a densidade energética da dieta e aumentar o aporte de micronutrientes (SILVA; VENÂNCIO; MARCHIONI, 2010).


É apenas a partir dos seis meses de idade que as necessidades nutricionais do lactente não podem ser supridas apenas pelo leite humano. É a partir dessa idade que a maioria das crianças atinge um estágio de desenvolvimento geral e neurológico (mastigação, deglutição, digestão e excreção), que a possibilita receber outros alimentos que não o leite materno (MONTE; GIUGLIANI, 2004).

Todos os alimentos, sólidos ou semi-sólidos oferecidos às crianças, com exceção do leite materno, são definidos como alimentos complementares. O Ministério da Saúde, em concordância com a Organização Mundial da Saúde (OMS), considera como alimentação complementar a introdução de alimentos sólidos ou semi-sólidos, de densidade energética mínima de 70 kcal/100mL entre os seis e sete meses (SILVA; VENÂNCIO; MARCHIONI, 2010). Os alimentos complementares são representados geralmente pelos cereais, frutas, legumes, verduras e raízes, além dos grupos das carnes, gorduras e ovos (OLIVEIRA e cols.,2005).



A alimentação complementar adequada deve compreender uma composição equilibrada de alimentos com quantidade adequada de macro e micronutrientes (com destaque para ferro, zinco, cálcio, vitamina A, vitamina C e ácido fólico), livres de contaminação de fácil consumo e aceitação, com custo aceitável e preparados a partir de alimentos habitualmente consumidos pela família (CASTILHO; FILHO, 2010).

A introdução de novos alimentos deve ser gradual, com intervalos de três a sete dias, a fim de identificar possíveis reações alérgicas após a ingestão. A introdução precoce dos alimentos pode ser desvantajosa, pois além de reduzir a duração do aleitamento materno, pode interferir na absorção de nutrientes importantes neste leite, como o ferro e o zinco, e está relacionada à maior ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis na idade adulta. Esta adequação nutricional dos alimentos complementares é fundamental na prevenção de morbimortalidade na infância, incluindo a desnutrição e o sobrepeso (DIAS; FREIRE; FRANCESCHINI, 2010).

Introduzir os alimentos complementares tardiamente também não é recomendável, pois pode ocorrer um retardo no crescimento da criança, aumentando o risco das deficiências nutricionais. Em casos individuais, a iniciação de alimentação complementar antes de seis meses pode ser recomendada, em especial quando as crianças não apresentam o crescimento satisfatório com amamentação exclusiva (SILVA; VENÂNCIO; MARCHIONI, 2010). 



A introdução precoce de alimentos inadequados, como o leite de vaca integral; consistência inapropriada e baixa densidade e biodisponibilidade de micronutrientes; oferta insuficiente de frutas, verduras e legumes; contaminação no preparo e armazenamento; acréscimo de carboidratos simples às mamadeiras; e oferta de alimentos industrializados ricos em carboidratos simples, lipídeos e sal, são consumidos com frequência por diversas famílias, sendo assim oferecidos para as crianças, comprometendo a alimentação complementar e incentivando o desenvolvimento de hábitos errôneos (CAETANO e cols., 2010).

As estimativas da energia a ser fornecida pelos alimentos complementares, segundo as novas recomendações da OMS para as crianças menores de dois anos, em países desenvolvidos e em aleitamento materno, são de 200 kcal/dia dos 6 a 8 meses, 300 kcal/dia de 9 a 11 meses e 550 kcal dos 12 aos 23 meses. Essas recomendações diferem das dos países industrializados devido às diferenças na ingestão média do leite materno, sendo definidas em 130, 310 e 580 kcal/dia, respectivamente  (DIAS; FREIRE; FRANCESCHINI, 2010).

A OMS recomenda ainda a suplementação medicamentosa com sulfato ferroso para crianças de 6 a 23 meses que não tenham acesso a alimentos fortificados com ferro, ou em populações nas quais a prevalência de anemia é superior a 40% (DIAS; FREIRE; FRANCESCHINI, 2010).

No Brasil, o Ministério da Saúde, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), elaborou as recomendações alimentares para crianças menores de dois anos, denominada “Os dez passos para uma alimentação saudável das crianças menores de dois anos”. Esse guia objetiva promover as práticas alimentares saudáveis de crianças pequenas (DIAS; FREIRE; FRANCESCHINI, 2010).

Para atender às necessidades de minerais da criança, é preciso oferecer uma variedade de alimentos complementares com alta densidade de nutrientes. Dos 9 aos 11 meses de idade, a proporção de minerais a ser fornecida pelos alimentos complementares é alta, de 97% para ferro, 86% para zinco, 81% para fósforo, 76% para magnésio, 73% para sódio e 72% para cálcio materno. A densidade de ferro recomendada nos alimentos complementares é de 4mg/100 kcal dos 6 aos 8 meses, de 2,4 mg/100 kcal dos 9 aos 11 meses e de 0,8 mg/100 kcal dos 12 aos 24 meses (MONTE; GIUGLIANI, 2004).



O leite materno é o melhor alimento para o lactente, entretanto, diante da impossibilidade da amamentação, deve-se optar por uma fórmula adequada ao grupo etário, uma vez que as fórmulas apresentam variações de acordo com suas necessidades. Essas fórmulas são mais caras do que o leite de vaca não modificado, em pó ou líquido. O leite de vaca não modificado é inadequado para lactentes menores de 1 ano, pois tem altas taxas de proteína e inadequada relação entre a caseína e as proteínas do soro, elevados teores de sódio, cloretos, potássio e fósforo, quantidade insuficiente de carboidratos, baixos teores de ácidos graxos essenciais (linoleico e linolênico), vitaminas C, D e E, ferro, zinco, cobre e selênio. Essas inadequações prejudicam a digestão e a absorção, levam ao baixo ganho ponderal, sobrecarregam o rim, contribuem para o desenvolvimento da obesidade, predispõem à diarreia e à cárie dentária, não suprem as necessidades de ácidos graxos essenciais, vitaminas e oligoelementos. Além desses riscos, o contato precoce com o leite de vaca pode ocasionar a hipersensibilidade às proteínas do leite, predispondo à alergia, infecção e anemia, uma vez que surgem micro-hemorragias intestinais (CASTILHO; FILHO, 2010).

As fórmulas em pó dominam atualmente o mercado de substitutos do leite materno praticamente em todo o mundo. A preferência por elas se solidificou à medida que se tornaram mais solúveis. A alimentação infantil, natural ou artificial, sempre foi determinada e condicionada pelo valor social atribuído à amamentação (CASTILHO; FILHO, 2010).



A alimentação complementar adequada da criança amamentada torna-se um componente essencial para a segurança alimentar e nutricional. É necessária a intervenção e o aconselhamento na alimentação infantil por parte do nutricionista, pois a maioria das crianças iniciam a alimentação complementar de forma errônea, podendo repercutir negativamente sobre a sua saúde, podendo acarretar em doenças futuramente, o que contribui para aumentar os gastos com a saúde no país (MORO; SARTORI, 2010).

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Receitas para Combater o Colesterol



Quibe de soja:

  2 xícaras (chá) de soja texturizada
  2 xícaras (chá) de trigo para quibe
  2 claras de ovo
  1 colher (sopa) de farinha de trigo
  shoyu a gosto
  pimenta síria a gosto
  limão a gosto

Modo de preparo:

Deixe a soja de molho por 40 minutos, depois triture e reserve. Coloque o trigo e uma vasilha, cubra com água 10cm acima do trigo e deixe por 30 minutos. Depois coloque em uma peneira, deixe escorrer a água e reserve. Misture todos os ingredientes, coloque em um refratário e leve ao forno a 180ºC por 30 minutos.

Iogurte com linhaça:

  2 colheres (sopa) de semente de linhaça
  1 xícara (chá) de iogurte de morango

Modo de preparo:

Deixe a linhaça de molho por um dia na água e depois acrescente no iogurte.

Suco de laranja com berinjela:

  2 xícaras (chá) de suco de laranja
  1/2 xícara (chá) de berinjela picada com casca

Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador.

Molho para salada:

  1 dente de alho picado
  1/2 xícara (chá) de azeite
  2 colheres (sopa) de limão
  2 colheres (sopa) de mostarda
  orégano a gosto

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes.

Dia Nacional de Combate ao Colesterol



         Foi ontem o dia nacional de combate ao colesterol, 08 de Agosto. Hoje trago algumas orientações sobre esse tal colesterol.

O que é o Colesterol?

O colesterol é um tipo de gordura (lipídio) encontrada naturalmente em nosso organismo, fundamental para o seu funcionamento normal. O colesterol é o componente estrutural das membranas celulares em todo nosso corpo e está presente no cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração. Nosso corpo usa o colesterol para produzir vários hormônios, vitamina D e ácidos biliares que ajudam na digestão das gorduras. 70% do colesterol é fabricado pelo nosso próprio organismo, no fígado, enquanto que os outros 30% vêm da dieta. 

Por que é importante entender o colesterol? 

Quando em excesso (hipercolesterolemia), o colesterol pode se depositar nas paredes das artérias, que são os vasos que levam sangue para os órgãos e tecidos, determinando um processo conhecido com arteriosclerose. Se esse depósito ocorre nas artérias coronárias, pode ocorrer angina (dor no peito) e infarto do miocárdio. Se ocorre nas artérias cerebrais pode provocar acidente vascular cerebral (derrame).
Portanto o colesterol alto é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. 

Quais são os tipos de colesterol?

Existem 2 tipos de colesterol no sangue. O LDL colesterol (low density lipoprotein) também chamado de "mau" colesterol, que promove o depósito da gordura nas paredes das artérias e corresponde a 75% do total do colesterol em circulação. Quanto maior o LDL-C, maior o risco de problemas. 
O HDL colesterol (high density lipoprotein), também chamado de "bom" colesterol, transporta o colesterol das células para o fígado, eliminando-o pela bile e fezes. Fornece proteção contra a arteriosclerose e, se o seu nível está baixo, o risco de doença cardiovascular aumenta.

Quais os níveis adequados de colesterol no sangue?
Desejável
Limítrofe
Aumentado
Colesterol total
<200 mg/dl
200-239 mg/dl
>240 mg/dl
LDL-C
<130 mg/dl
130-159 mg/dl
>160 mg/dl
HDL-C:
Proteção
Padrão normal
Risco
     Homem
55 mg/dl
35-54 mg/dl
<35 mg/dl
     Mulher
65 mg/dl
45-64 mg/dl
<35 mg/dl

Quem deve dosar o colesterol?

Todos os adultos acima de 20 anos e qualquer pessoa com antecedentes familiares ou que já apresentou alguma manifestação de arteriosclerose. 

Quais são as causas do aumento do nível de colesterol?

         Existem uma série de fatores que promovem elevação do colesterol. Alguns são modificáveis, pois relacionam-se ao estilo de vida do indivíduo (dieta ou exercício, por exemplo). Outros são inerentes e não podem ser modificados (hereditariedade).

Quais os alimentos que produzem aumento de colesterol?

Só encontramos colesterol nos alimentos de origem animal, que são ricos em gorduras do tipo saturada. Assim o colesterol está presente em todas as carnes e seus derivados, frutos do mar, gema de ovo, leite e seus derivados. 

Outras fontes de gordura saturada: 

• Alimentos industrializados: bolos, biscoitos, chocolates, tortas, sorvetes.
• Alimentos vegetais: côco, banha de côco, azeite de dendê. 

As gorduras insaturadas ajudam a diminuir o colesterol sanguíneo, mas por serem muito calóricas e engordar devem ser consumidas com cuidado. Estão presentes nos óleos vegetais (oliva, canola, soja, milho, girassol), nozes, avelãs, abacate, margarinas. Alimentos de origem vegetal não contêm colesterol.

Alguns fatores que você pode controlar

• Exercícios

               Exercícios aeróbicos são uma forma de aumentar o HDL-C e reduzir o LDL-C, perder peso e controlar a pressão arterial. Discuta com o seu médico qual o melhor exercício para você.

• Dieta balanceada

O excesso de peso, especialmente a gordura abdominal (barriga), aumenta uma outra substância gordurosa chamada triglicérides. Além disso reduz o nível de HDL-C e aumenta o LDL-C. 

• Peso
O excesso de peso tende a aumentar o seu nível de LDL ("mau") colesterol. A perda de peso pode ajudar a diminuir o LDL-C e aumentar os níveis de HDL ("bom") colesterol. 

Fatores que você não pode controlar 

• Sexo
Homens têm maior risco de apresentar colesterol elevado que as mulheres. Mas depois da menopausa, o LDL-C da mulher aumenta e o HDL-C diminui. 

• Idade
O colesterol aumenta com a idade. Nos homens isso ocorre a partir dos 45 anos e nas mulheres a partir dos 55 anos 

• Hereditariedade
Os genes podem influenciar o nível do LDL ("mau") colesterol através da velocidade com que o mesmo é produzido e removido do sangue.

Será que o seu nível de colesterol é alto?

Normalmente a elevação dos níveis do colesterol não provoca sintomas. O primeiro sinal pode ser um ataque do coração. A única forma de saber o seu colesterol é através de exame de sangue. Pergunte ao seu médico. 

Como posso controlar o meu colesterol? 

Através de uma alimentação balanceada, da perda de peso (se você for obeso) e da realização de exercícios físicos você estará colaborando para que o seu colesterol esteja dentro dos níveis normais. Lembre-se, entretanto, que qualquer uma destas condutas só poderá ser tomada junto com o seu médico. 
Às vezes, apesar de tudo isso, o colesterol pode permanecer elevado. Poderá então ser necessária a administração de algum medicamento redutor de colesterol, que somente poderá ser prescrito pelo seu médico. 

Por quanto tempo deve ser feito o tratamento? 

De forma semelhante a de outros problemas crônicos, como diabetes e hipertensão, o tratamento das alterações do colesterol deve ser mantido por toda a vida. Tanto os cuidados com a alimentação e exercícios, como o uso de medicamentos, deverão ser empregados por tempo indeterminado.

Fonte: Novartis


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