Blog da Magda Vieira; Nutrição, Saúde e Bem-Estar

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dia da melhor idade


No dia 27 de setembro, Dia Nacional do Idoso.




"VELHO É QUEM SE ILUDE, QUE A IDADE É JUVENTUDE, SER JOVEM É SABER ENVELHECER".






Parabéns a todos vocês!!!!!!!!!


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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dieta da mãe pode influenciar alergias do bebê, diz pesquisa


      O que a mãe come durante a gravidez pode ter relação com as alergias desenvolvidas pelo bebê, segundo pesquisa publicada pelo “The Journal of Physiology”. A pesquisa constatou que se a dieta da mãe tiver uma certa quantidade de ácidos graxos poli-insaturados — como os encontrados em peixes, óleo de nozes ou semente de linhaça — o intestino do bebê se desenvolve de forma diferente. Esses ácidos graxos são conhecidos por melhorar a forma como as células do sistema imunológico do intestino respondem às bactérias e a substâncias estranhas, diminuindo a probabilidade de alergias.
    Há um grande interesse em pesquisas sobre dietas durante a gravidez. Na dieta ocidental, o grupo de ácidos graxos poli-insaturados que ajudam nas funções do intestino estão desaparecendo. Nossa ingestão de peixe e óleos de nozes vem sendo substituída por óleos de milho que contêm um tipo diferente de ácidos graxos — diz Gaëlle Boudry, do Instituto Nacional de Pesquisas de Rennes, na França.
    A equipe descobriu que a suplementação da dieta da mãe com os ácidos graxos certos causou maior permeabilidade ao intestino do recém-nascido. Um intestino mais permeável permite que bactérias e novas substâncias passem mais facilmente para a corrente sanguínea. Estas novas substâncias, em seguida, disparam uma resposta imune do bebê e da produção de anticorpos.
    O resultado final é que o sistema imunológico do bebê pode se desenvolver e amadurecer mais rápido, levando a uma melhor função imunológica e menos probabilidade de alergias.

Procure seu nutricionista.

sábado, 17 de setembro de 2011

Siga uma alimentação saudável - 5

Dicas para comer bem e viver mais



15. Saiba o que você está comendo

O essencial é entender que as calorias são o combustível para o nosso organismo e que, sem elas, o nosso corpo fica sem energia. Escolher os alimentos só pelo número de calorias não é o mais indicado. Muitas vezes as calorias não são os principais perigos dos alimentos. O que na verdade faz toda a diferença na hora de uma alimentação saudável é a qualidade de nutrientes. A quantidade de gorduras, por exemplo. Por isso é importante ler os componentes de cada alimento.

      Uma boa alimentação está em combinar todos os tipos de nutrientes como carboidratos, proteínas, gorduras, minerais, vitaminas, fibras e água. A regra geral é que a quantidade de nutriente que deve ser controlada. Tudo é uma questão de variar o cardápio, não deixar de fora nenhum tipo de alimento e sempre comer em pequenas porções ou quantidades.

16. Procure o que você gosta
     
    Comer de tudo um pouco, de todos os grupos de alimentos. Cereais (prefira as versões integrais), grãos, carnes/aves/peixes, frutas, verduras, leite e derivados e até mesmo as guloseimas. Praticar uma alimentação saudável também é saber comer alimentos "não tão saudáveis", mas que são apetitosos e fazem parte da cultura, da tradição de uma família. Não dá para comer só guloseimas , mas não podemos deixar colocar em nossas refeições aquelas comidas que dão sensação de bem-estar.

BUSQUE A ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO SEU NUTRICIONISTA!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Siga uma alimentação saudável - 4


Dicas para comer bem e viver mais



10.  Escreva sobre suas refeições 


Comece a fazer um diário alimentar. Escreva todos os alimentos ingeridos durante o dia, as quantidades e horários em que fez as refeições. Facilmente, você perceberá o erro e onde está o excesso. O diário alimentar servirá como um puxão de orelha para quem está fazendo uma alimentação inadequada. Mas, por outro lado, dará um estímulo grande quando perceber que está com disciplina e determinação.

11. Hidrate-se 

Beba pelo menos dois litros, mais ou menos oito copos de água todos os dias. A água ajuda na hidratação da pele e é fundamental como meio de transporte de algumas vitaminas hidrossolúveis como a vitamina B1, B2, B6, B12 e a vitamina C. Além disso, a água é essencial para que o corpo fique disposto durante todo o dia.

12. Ataque as frutas 

Consuma entre três e cinco porções de frutas todos os dias. Laranjas, maçãs, peras, melancia, tangerina, entre outras, são as melhores fontes naturais de vitaminas, minerais e fibras. Esses três componentes auxiliam o bom funcionamento do nosso intestino e auxiliam o nosso metabolismo a continuar ativo mesmo nos intervalos entres as refeições.

13. Deixe o açúcar de lado 

Alimentos que têm uma grande quantidade de açúcar refinado são dotados de processos químicos na sua produção e possuem altíssimo índice de glicose, que aumentam os índices de glicemia do corpo. Essas características aceleram o envelhecimento, aumentam flacidez por desestruturar o colágeno da pele e ainda possuem calorias, porém são desprovidos de nutrientes. Hoje em dia encontramos adoçantes naturais como a sucralose, derivada da cana de açúcar, porém sem calorias e sem alto índice glicêmico e a stevia, derivado de uma planta natural.

14. Consumir alimentos fontes de antioxidantes

As substâncias antioxidantes bloqueiam a ação dos radicais livres no organismo, prevenindo a oxidação das células. Esses elementos são capazes de prevenir o aparecimento de tumores, o envelhecimento precoce e outras doenças. Alimentos com cores fortes, como tomate, goiaba, romã, cenoura, abóbora, manga, açaí, berinjela, uva, folhas verdes, legumes e brócolis, são ricos em antioxidantes.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Siga uma alimentação saudável - 3

Dicas para comer bem e viver mais 




6.       Fuja da farinha

Uma pessoa que está buscando uma alimentação mais saudável deve evitar produtos com farinha refinada, como massas, bolos, biscoitos e alimentos processados, ricos em gordura e açúcar, como pipoca de microondas, sopas prontas cremosas, preparações congeladas, batatas chips e salgadinhos. Também vale caprichar em ervas aromáticas para temperar a comida como: alho, cebola, salsa, cebolinha, manjericão, alecrim, louro, orégano, sálvia, curry, açafrão e coentro. 

7.       Coma de tudo

O mais importante é perceber que nenhum alimento é proibido, a não ser que a pessoa precise fazer uma dieta restritiva, caso seja paciente de diabetes ou doença celíaca, por exemplo. É muito comum que as pessoas pensem que comer só salada é uma boa forma de manter a alimentação saudável, mas isso não é verdade. O famoso "prato colorido", ou seja, aquele que tem uma fonte de fibras, minerais, vitaminas e proteínas é sem dúvida o prato mais saudável.

8.        Estabeleça metas para a semana

Além disso, pensar em longo prazo e criar um hábito saudável é muito importante. Dificilmente a pessoa consegue ingerir todos os alimentos que são fontes de vitaminas que o corpo precisa em um dia. Para isso, ela teria que comer vários tipos de frutas, carnes, legumes e verduras todos os dias. O melhor é fazer as metas para toda a semana. Fica mais fácil distribuir a alimentação adequada nesse período.

9.       Seja persistente 

Muito provavelmente, a mudança para uma alimentação adequada não ocorrerá do dia para a noite. Você deverá provar alimentos que não são de costume como frutas, legumes, verduras. Aceite que o paladar deverá ser estimulado. Desistir na primeira tentativa é um erro. Todos os dias, selecione alguns desses alimentos. Não gostou? Prove novamente. Tudo bem se você rejeitar, inicialmente. Mas desistir na primeira tentativa é subestimar o seu poder de mudança.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Siga uma alimentação saudável - 2

Dicas para comer bem e viver mais 



3.       Busque alimentos naturais
Siga uma alimentação o mais natural possível e tente fugir de refeições com muitos produtos industrializados. Se comer um macarrão industrializado, faça você mesmo um molho caseiro. Se quiser tomar um suco de frutas, tente tomar o natural, pois os alimentos industrializados contêm muitas substâncias como corantes e conservantes, que possuem altas quantidades de sódio e podem, em longo prazo, causar hipertensão e sobrecarregar os rins.

4.       Faça substituições

                Tente substituir alimentos mais pesados e gordurosos por versões mais leves sempre que possível: faça macarrão de palmito pupunha desfiado, arroz de couve-flor cozida, troque o presunto por peito de peru, compre o atum em água no lugar do atum em óleo, troque os queijos gordurosos por versões mais leves como o queijo cottage e a ricota, substitua o queijo parmesão ralado por ricota defumada e ralada.

"O mais importante é perceber que nenhum alimento é proibido. O famoso "prato colorido" é sem dúvida o mais saudável”.

5.       Escolha o lugar certo para comer

As refeições devem ser feitas em lugares tranquilos e sem pressa. Comer bem devagar, sem pensar em compromissos e mastigar muito bem os alimentos fará com que você se sinta saciado mesmo ingerindo uma menor quantidade de comida. Também evite comer assistindo televisão, na frente do computador ou trabalhando, pois nessas situações perdemos a noção da quantidade de comida que estamos ingerindo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Siga uma alimentação saudável - 1

Dicas para comer bem e viver mais



Ter uma alimentação saudável é essencial para alcançar uma maior qualidade de vida. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Em contrapartida, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Por isso, durante uma semana, estarei trazendo dicas para entender os bons hábitos indicado para pacientes, mas que também é seguido como se fosse um mantra diário.

1.    Não fique sem comer

O mais importante é não passar longos períodos sem comer. Fazer pequenos lanches entre as grandes refeições é fundamental, pois ao restringir energia o metabolismo tende a ficar mais lento, como uma forma de poupar energia que lhe foi fornecida, o que acaba dificultando a perda de peso. Além disso, provavelmente a pessoa irá comer mais na próxima refeição, buscando alimentos mais calóricos, como uma forma de compensação, o que também resultará em ganho de peso.

2.   Sinta prazer comendo

A alimentação também é fonte de prazer. Não se torne escravo de dietas e calorias, pois existem cada vez mais estudos que evidenciam que pessoas que se preocupam demais com a forma física tendem a sofrer maiores oscilações de peso, além de serem insatisfeitas com o próprio corpo. Estar bem consigo mesmo e cuidar do corpo com atividade física e alimentação saudável são as melhores formas de obter uma boa qualidade de vida.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Óleos de coco e de cártamo aceleram o seu metabolismo

Enquanto o de coco é um excelente antioxidante, o de cártamo promove a saciedade



No mundo das dietas, dois produtos estão se tornando os queridinhos por aficcionados em dietas de emagrecimento. Você, provavelmente, já deve ter ouvido falar no óleo de coco e no óleo de cártamo. Muitas pessoas me procuram para saber qual a diferença entre os dois, já que ambos são prescritos para perda de gordura. Conhecendo o benefício de cada um, você saberá usá-los com mais propriedade a seu favor. 
Os dois produtos contêm ômega-9, que é o ácido graxo oleico - o mesmo encontrado no azeite de oliva e no abacate - e que possui propriedade de metabolização da gordura corporal e também do colesterol. Ou seja, eles realmente fazem o metabolismo de gordura acelerar e, consequentemente, ajudam na queima de gordura corporal. 
O fato de fazer efeito, principalmente na área da cintura, se deve também ao ômega-9, pois estudos mostram que esse ácido graxo diminui a produção de cortisol, uns dos hormônios responsáveis pela armazenagem de gordura nessa região. Deixando um pouco de lado essa questão de emagrecimento, vamos a outros benefícios: 

Óleo de Cártamo

Rico em ácidos graxos poli-insaturados e monoinsaturados, o óleo de cártamo tem a propriedade de promover estímulos de saciedade por aumentar a leptina, hormônio resistente em obesos. Ele contém ômega-6, o ácido linoleico, que protege contra o câncer, formação de placas de colesterol nas artérias e diabetes tipo 2. Além disso, acredita-se que este ácido graxo esteja relacionado às alterações corporais promovendo redução de gordura e aumento de massa muscular, podendo estar ligado à redução do tecido adiposo e aumento da lipólise.
No entanto, o ômega-6 está em excesso na nossa dieta, já que grande parte da população consome fontes alimentares desse nutriente. Ingerimos ômega-6 quando comemos carne vermelha, óleo de soja, peixes e sementes oleaginosas. Para o ômega-6 ter esse efeito maravilhoso sobre o nosso organismo, ele precisa estar em equilíbrio com o ômega-3, do contrário, pode favorecer a inflamação subclínica no organismo, podendo desencadear sérios prejuízos à saúde como resistência insulínica, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e, inclusive, a obesidade, pois todas são consideradas doenças inflamatórias.
Portanto, que fique bem claro! Para o óleo de cártamo funcionar de maneira adequada, o organismo precisa estar equilibrado em relação ao ômega-3 e, para isso, é preciso de ajuda de um profissional qualificado como o nutricionista. 

Óleo de Coco

Além do ômega-9, encontramos também o Triglicerídeo de Cadeia Média (TCM), que não é armazenado como forma de gordura por ser facilmente absorvido pelo intestino e, com isso, obriga o organismo a utilizar a gordura acumulada como fonte de energia. Estudos apontam que o TCM ainda tem a capacidade de reduzir os níveis de LDL, balancear os níveis do bom colesterol no sangue (HDL) por apresentar fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação. 
É indicado para atletas, pessoas que queiram diminuir a quantidade de gordura corporal e tratar dislipidemias. Por ser rico em vitamina E, mantém as características de óleo sem sofrer oxidação, se tornando um potente antioxidante para o organismo, exercendo fator protetor.
O óleo de coco contém também ácido láurico, ácido graxo de cadeia média que, no corpo humano, se transforma em monolaurina. Encontrado também no leite materno, ele tem a função de exercer forte ação antibacteriana, antiviral e antiprotozoária, combatendo vários micro-organismos maléficos ao ser humano, como Cândida albicans, Citomegalovirus, Clamídia, Estreptococos, Giárdia, Helicobacter pylori, Herpes. 
O ácido láurico também possui efeito termogênico, pois acelera o metabolismo, e aumenta a sensação de saciedade, contribuindo para o menor ganho de peso. 
Além disso, o coco contém ácido cáprico, que se transforma no organismo em monocaprina, um composto com propriedades antimicrobianas e antivirais. Resumindo, se você quer perder gordura corporal, diminuir seu colesterol e apresenta várias recorrências de candidíase, infecção urinária e micose na pele, está na hora de usar o óleo de coco.

Pudim cremoso de abacaxi light

Além de ser saudável, tem sinal verde para quem está de dieta



Ingredientes:

1 abacaxi 
3 colheres (sopa) de adoçante que possa ir ao fogo 
1 copo de água 
1 lata de creme de leite light 
1 colher de farinha de trigo 
1 pacote de pó para pudim sabor baunilha 

Modo de preparo:

Corte o abacaxi em pedaços pequenos e cubra-os com a água e o adoçante. Misture bem e deixe por 3 horas de molho. Depois retire a água com o adoçante. Leve ao fogo em uma panela com a farinha de trigo e o pó para pudim. Misture sempre até engrossar. Desligue o fogo e acrescente os pedaços de abacaxi. Mexa bem. Leve para a geladeira até que fique bem firme e gelado. Acrescente o creme de leite, misture bem e está pronto.

Receita extraída do livro: Cozinha sem segredos Receitas, Truques & Dicas de J. A. Pinheiro Machado. Editora: L&PM Pocket 

Rendimento: 6 taças 

Valor Calórico e Nutricional (por taça) 
Calorias: 191 calorias 
Carboidratos: 26,8 g 
Proteínas: 0,72 g 
Gorduras: 7,6 g 

Diminuir os níveis de estresse pode ajudar no emagrecimento

Saiba como funciona a relação entre rotina estressante e ganho de peso



A ligação entre estresse e ganho de peso é mais íntima do que você pode imaginar. A união dos dois vilões que perseguem boa parte da população mundial resulta em uma combinação nada saudável ao corpo. A relação não é tão visível em um primeiro momento, mas estudos já endossaram o fato: elas andam juntas e podem ser uma pedra no sapato de quem luta contra a balança. Embora o ganho de peso sempre tenha sido atribuído a dois fatores comuns, como comer em excesso e de forma errada, existem influências nada sutis do organismo que potencializam o aumento das medidas de quem leva uma rotina estressante. 

Ligação perigosa 

A conexão entre estresse e ganho de peso se dá de uma forma muito discreta, praticamente invisível, justamente por ser comandada pelo cérebro. É ele quem disfarça e age de forma silenciosa. 
A evidência mais clara, segundo estudos, é justificada pela combinação nada amigável do hormônio cortisol (liberado pelas glâdulas suprarenais em situações de estresse) com a leptina (substância responsável pela sensação de saciedade). Nossas células são afetadas quando os dois entram em choque. O cortisol torna as nossas células menos sensíveis à leptina. Quando o cérebro não sente seus efeitos, naturalmente a pessoa sente mais vontade de ingerir açúcar e tende a comer mais.
Além do cortisol, outro neurotransmissor interfere ativamente na relação das pessoas com a comida. Trata-se da serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar. Quando os níveis deste neurotransmissor estão reduzidos no cérebro, o surgimento dos sintomas de tristeza, depressão e compulsão por comida aparecem, aumentando a necessidade do consumo de determinados alimentos, principalmente os ricos em carboidratos. Algumas mulheres que sofrem de tensão pré-menstrual (TPM), por exemplo, apresentam níveis baixos de seretonina durante esse período, o que pode interferir drasticamente no comportamento alimentar, aumentando a necessidade de ingerir doces. 
O estresse pode ainda diminuir os níveis de testosterona. Quando isto acontece, o resultado pode ser a perda de massa muscular e maior acúmulo de gordura. Já em situações de estresse prolongado, o sistema imunológico passa por um desequilíbrio que pode desencadear um estado crônico de inflamação. Assim, as células de gordura fabricam citocinas (moléculas inflamatórias) em excesso, o que acaba aumentando o apetite. 

Combata o inimigo

Tentar diminuir os níveis de estresse pode ajudar no emagrecimento. Quando o corpo ganha um alívio, o metabolismo é estimulado. Assim, a gordura depositada fica mais fácil de ser queimada e, consequentemente, haverá maior perda de peso. Outra possibilidade de minimizar os efeitos do estresse e garantir o corpo em forma é incluir as atividades físicas na rotina por, pelo menos, três vezes por semana. Exercícios ajudam a aumentar naturalmente os níveis de seretonina do organismo, o que eleva a sensação de bem-estar. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Alimentação variada é um dos segredos de uma vida saudável

Vitaminas, minerais e proteínas não podem faltar no prato



A saúde é uma das maiores riquezas do ser humano, é sinônimo de vida. Por isso, é importante cultivar hábitos que ajudem a mantê-la, para que fiquemos longe dos problemas que possam afetar ou limitar o funcionamento do organismo e o desempenho de nossas atividades. Um dos segredos de uma vida saudável está relacionado a uma alimentação de qualidade, equilibrada e adequada à idade de cada pessoa, pois ela tem relação direta com o fortalecimento da imunidade do organismo, ou seja, com a saúde e o bem-estar. 
Sabemos que a alimentação tem sido uma preocupação constante na rotina das pessoas, que visam um estilo de vida mais equilibrado, que desejam perder peso, melhorar a saúde ou, simplesmente, satisfazer uma necessidade fisiológica básica. 
Mas, como é comer bem? A resposta é: manter uma dieta balanceada em nutrientes, que garantam a correta funcionabilidade do organismo e que possam garantir longevidade ao ser humano, sem promover o sobrepeso. Entre os tipos de alimentos que contribuem para a perfeita estabilidade do corpo podemos destacar:
Comer bem é manter uma dieta balanceada em nutrientes, que garantam a correta funcionabilidade do organismo e que possam garantir longevidade;
Probióticos: beneficiam o organismo porque atuam sobre o equilíbrio bacteriano intestinal, controlando o colesterol, os quadros de diarréias, além ajudar a reduzir o risco de câncer. Ao serem ingeridos, vão para o intestino e ali se integram à flora já existente, sem se fixarem, mas auxiliando no trabalho de absorção de nutrientes, tais como cálcio, ferro, vitaminas do complexo B, além de facilitar na digestão da lactose. É importante que a ingestão desses alimentos seja diária e constante, para que o organismo tenha quantidade significativa, pois os microorganismos necessitam atravessar todos os órgãos gastrointestinais em número considerável para desempenhar suas funções e manter uma espécie de ritual de ingestão diária para que os efeitos benéficos no trato intestinal ocorram. 
Vitaminas e Minerais: as vitaminas A, C, E, o ácido fólico e os minerais zinco e selênio ajudam a fortalecer o sistema imunológico. O zinco colabora para a diminuição de resfriados, gripes e outras doenças comuns do inverno. Por isso, é fundamental o consumo de abacate, abacaxi, ameixa, abóbora, acelga, alface, agrião, arroz integral, soja, aveia, dentre outros alimentos, ricos desse nutriente.  
Fibras alimentares: são importantes porque mantêm o intestino regulado e também desempenham um papel vital na ativação do sistema imune, evitando doenças como câncer de intestino, hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia, entre outros. 
Peixes: Salmão e Sardinha contêm ômega 3, que ajuda na diminuição do risco cardiovascular.  Aveia e cereais integrais: O consumo desses alimentos auxilia na diminuição do colesterol LDL, que é nocivo ao organismo. 
Um programa nutricional adequado é capaz de diminuir o estresse, ansiedade e a irritabilidade, além de facilitar o controle de peso e do humor. Auxilia também no combate a diversas doenças, como diabetes e doenças do coração, por exemplo. Igualmente, pode promover melhora no rendimento de esportistas (amadores e profissionais), potencializar o desenvolvimento físico e cognitivo de crianças e adolescentes, contribuir para uma gestação plena e saudável e contribui para que a pessoa lide melhor com as alterações naturais do envelhecimento. 
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