Blog da Magda Vieira; Nutrição, Saúde e Bem-Estar

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Boas Festas!!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Sete bebidas para fazer a dieta funcionar melhor


Água, sucos de frutas e chás hidratam o corpo e são ricos em nutrientes
Água

Beber água mineral é a melhor maneira de hidratar o corpo. A água é essencial para a manutenção de todas as funções metabólicas e celulares do nosso organismo. Após a prática de atividades físicas, entretanto, a água de coco é mais recomendada por conter eletrólitos, como sódio e potássio, que são perdidos no suor.

A desidratação não se manifesta apenas por meio da sensação de sede. Até mesmo a pele fica mais seca e, assim, suscetível ao envelhecimento precoce. Resta, então, apenas uma dúvida: quanto beber? Embora a recomendação geral seja de dois litros por dia, um estudo publicado no British Medical Journal aponta que não é possível estabelecer uma medida igual para todas as pessoas. O ideal, portanto, é sempre carregar uma garrafinha na bolsa ou mochila e dar pequenos goles ao longo do dia.


Sucos de frutas

Suco de frutas naturais são excelentes fontes de vitaminas, antioxidantes, minerais e, é claro, água. Certifique-se, apenas, de que eles são feitos na hora, pois a maior parte das vitaminas é solúvel em água, o que faz com que a bebida perca esses nutrientes em cerca de 30 minutos. Vale lembrar ainda que o suco não oferece o mesmo conteúdo de fibras que a fruta já que o bagaço costuma ser desprezado no preparo.

Por outro lado, os sucos têm a vantagem de permitir misturas. Com um pouco de criatividade, é possível criar combinações gostosas e com os mais variados nutrientes. O antioxidante hesperidina, presente no suco de laranja, por exemplo, melhora a função dos vasos sanguíneos, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. A descoberta foi apresentada na conferência anual da American Heart Association Basic Cardiovascular Sciences. O suco de beterraba, por sua vez, é rico em nitratos, que protegem o cérebro, prevenindo contra problemas de demência, aponta um estudo publicado no Oxide: Biology and Chemistry.


Leite

O leite é nossa principal fonte de cálcio, elemento fundamental para a saúde dos ossos. O nutriente também é fundamental para o crescimento e desenvolvimento infantil, além dos movimentos de contração muscular e cardíaco. A carência de cálcio faz com que o organismo utilize o cálcio estocado nos ossos para suas funções vitais, favorecendo o desenvolvimento de doenças como a osteoporose.

E se você já considerou cortar laticínios da dieta para perder peso, saiba que o leite pode ajudar a controlar a balança e, se misturado com chocolate, até melhorar o desempenho durante a prática de exercícios físicos. Isso é o que atestam estudos publicados no Medicine and Science in Sport and Exercise e no Journal of Strength and Conditioning Research, respectivamente. Evite apenas consumi-lo junto com o café. A cafeína impede a formação de substâncias essenciais para a absorção do cálcio.


Chá verde

O chá verde é rico em antioxidantes que combatem radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular, e que previnem algumas doenças, como o câncer. O chá verde ainda é conhecido por ser uma bebida termogênica, ou seja, que acelera o metabolismo, aumentando o gasto calórico do corpo. Para obter esse benefício, entretanto, é necessário beber de cinco a 20 xícaras do chá por dia, sendo no máximo, 400 ml.

O chá verde ainda é rico em cafeína que, em excesso, pode causar enjoo ou dor de cabeça. Por isso, saiba como seu corpo reage à ingestão e aumente o consumo aos poucos. Um dos maiores benefícios da bebida, entretanto, é o poder de ajudar a reduzir o colesterol. Um estudo publicado no Journal of the American Dietetic Association descobriu que tanto o chá quanto as cápsulas da erva poderiam funcionar como aliados de quem se previne desse problema. Não pode ser consumido após as 18h e não pode ser consumido por hipertensos. 


Chá mate

O chá mate é rico em vitamina E, vitaminas do complexo B, cálcio, magnésio, sódio e ferro. Só não exagere, pois ele contém cafeína que, em excesso, pode gerar irritabilidade e dificuldade de concentração. Limite seu consumo a, no máximo, três xícaras por dia. 

O consumo do chá mate ou do chimarrão, entretanto, deve estar sempre presente no cardápio de quem precisa controlar o colesterol. Um estudo feito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostrou que sua ingestão pode ajudar não só a diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL), como ainda ajudam a aumentar as taxas de colesterol bom (HDL).


Café

O café é uma bebida com zero caloria e conhecida por nos manter despertos e, por isso, é consumido sem qualquer moderação por muitas pessoas. O problema é que o excesso da bebida promove efeitos contrários ao esperado, podendo atrapalhar a concentração e ainda elevar a pressão arterial e afetar os batimentos cardíacos.

Beber, no máximo, quatro xícaras por dia, porém, pode trazer alguns benefícios. Isso porque a cafeína exerce um papel antioxidante no organismo, auxiliando na prevenção do envelhecimento e de doenças, como o câncer. Em um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, o café ainda é ligado a um menor risco de morte. O ideal é investir em grãos pouco torrados que preservam a maior parte dos seus nutrientes.


Vinho

O consumo de vinho é frequentemente associado a menor risco cardíaco, graças aos polifenois, fitoquímicos presentes na uva. A ingestão da bebida para prevenção ou tratamento, entretanto, não é recomendada por sociedades médicas brasileiras e nem mesmo pela American Heart Association. O mais indicado, portanto, é investir em frutas que tenham propriedades antioxidantes, que é o caso das frutas vermelhas.

Procure um nutricionista!

















sábado, 24 de novembro de 2012

‘Leite faz mal para quem tem câncer’, alerta médico



Profissionais do Hospital albert Einstein, na verdade, não recomendam leite a ninguém!

O consumo de leite animal pode estimular doenças coronárias, obesidades, diabetes, câncer de mama, próstata e cólon, doenças autoimunes, osteoporose, algumas doenças da retina e dos rins, diabetes tipo 1 em crianças predispostas, em que o pâncreas sofre uma destruição autoimune. Por isso, o alimento pode ser evitado, sem prejuízo para o organismo. Mas quando a pessoa inicia tratamento contra câncer já instalado, o ideal é banir o leite e carnes da dieta. Fazendo isso, o paciente teria melhores chances de cura.
A análise é do onco-hematologista Gustavo Vilela, 39 anos, médico do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, da capital, docente do curso de pós-graduação em Nutrição em Oncologia e especializado em onco-hematologia pela USP e Universidade de Paris. Em seu consultório, na Vila Nova Conceição, em São Paulo, recebe pacientes de todos os cantos do Brasil.
Inclusive um de Ribeirão Preto, que levou a ele a entrevista do pernambucano Jimmy Albuquerque, publicada na edição de 10 de julho, em A CIDADE, em que ele conta sua saga para se livrar de um câncer na cabeça.
Assunto polêmico
Radicado há 38 anos nos EUA e desenganado pelos médicos, Jimmy resolveu seguir dieta radical prescrita por um médico da Califórnia, que proibiu o consumo de leite e prescreveu cardápio baseado principalmente em folhas, legumes e frutos crus e sucos.
Albuquerque não só recuperou a saúde, como fez curso de morfologia e passou a fazer palestras para relatar sua experiência. Foi esse depoimento, com o contraponto de médico do Hospital de Câncer de Barretos, que mantém o leite na dieta dos pacientes, que levou o professor Gustavo Vilela a escrever para A Cidade. A carta dele foi publicada na quarta-feira passada e acabou por nos levar a conversar com o especialista.
O câncer tem dieta
Nascido em Franca e formado na USP de Ribeirão Preto, em 2001, na 41ª turma, Gustavo Vilela reitera que a dieta para a cura de câncer já foi mostrada em diversos estudos, um deles do médico norte-americano Collin Campbell, autor do clássico pró-vegetarianismo "O Estudo da China".
"O paciente com câncer, às vezes, pergunta "o que eu posso comer". E quase sempre ouve "o que quiser" de resposta. Eu acho isso, no mínimo, um absurdo. Para toda doença, há um tipo de dieta. O paciente com câncer não pode comer o que quer. Existem alimentos ricos em açúcar e gorduras que estimulam a proliferação de tumores. É preciso que o paciente com câncer siga uma dieta, no mínimo anti-inflamatória que restrinja os alimentos com carga glicêmica muito alta. Infelizmente, não se fala muito em regime no tratamento do câncer", diz Gustavo Vilela.

sábado, 10 de novembro de 2012

Compulsão por doces, como controlar



A compulsão por doces é um problema sério que traz inúmeros prejuízos à saúde das pessoas. Confira dicas que prometem mudar a vida de quem sofre desse problema.
A maioria das pessoas gosta de comer guloseimas, o que é perfeitamente natural. Entretanto, em algumas situações, isso pode se tornar um problema e trazer vários prejuízos à saúde, como acontece com indivíduos portadores de compulsão por doces.
Contornar a situação e acabar de vez com esse mal pode ser um tanto quanto complicado. Contudo, existem algumas dicas que podem ajudar nesse momento. Saiba como controlar a compulsão por doces.
1. Faça um diário alimentar
A primeira medida a ser tomada por quem desconfia que está abusando na quantidade de doces ingerida, é manter um diário alimentar, que deve contar todos os produtos que são comidos no decorrer do dia, com os devidos horários e quantidades. Essa é a melhor maneira do paciente se conscientizar de que algo está saindo do controle.
2. Opte pelo doce certo
As guloseimas feitas a partir de castanhas e frutas são as melhores, pois além de acabar com a vontade de comer doce, as fibras e gorduras boas presentes nesse alimento diminuem a velocidade com que o açúcar será absorvido no organismo. O resultado é que a glicose acaba sendo liberada aos poucos no organismo, mantendo o desejo por doces sob controle e prevenindo novos ataques.
3. Prefira os sabores fortes
Produtos com o sabor acentuado, como no caso do chocolate meio amargo e da mousse de maracujá e limão, além de apresentarem altas concentrações de antioxidantes, possuem menos açúcar, que é o responsável por estimular a vontade de comer mais.
4. Coma na hora certaA melhor hora para comer doce é logo após as refeições, pois, por incrível que pareça, é nesse momento que as guloseimas engordam menos. Acontece que as fibras presentes na refeição atuam diminuindo a absorção de açúcar. Outro momento bastante propício é uma hora antes da academia, pois todas as calorias serão queimadas no treino.
5. Fracione as porções e não coma sozinho
Uma dica bem prática para evitar comer demais, é deixar para acabar com aquela guloseima deliciosa quando estiver acompanhada dos amigos. Repartindo o doce com a turma é possível experimentá-lo sem o risco de cair em tentação e exagerar.
6. Acabe com os doces da dispensa
Passar vontade e ser obrigado a conviver com a tentação é uma grande oportunidade para exagerar nos doces. Uma dica simples é acabar de vez com todo o estoque de guloseimas escondidos pela casa. Não vale usar a desculpa de comprar os produtos para o filho ou outro membro da família!
7. Realize substituições inteligentes
É fundamental se alimentar bem desde o café da manhã até o jantar, pois, manter os níveis glicêmicos dentro da normalidade é uma maneira simples de controlar a compulsão por doces, ao passo que ter picos glicêmicos, seguidos por períodos de baixa glicemia, aumenta a vontade de comer açúcar. A dica é incluir alimentos doces, como frutas frescas ou desidratadas, chocolate meio amargo, aveia e mel, geleia e gelatina, ao invés das bombas calóricas como os bolos e sorvetes.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

10 atitudes para ajudar no emagrecimento





Ao mudar alguns hábitos, você adquire um estilo de vida mais saudável

Se você é daquelas pessoas que imaginam que emagrecer é uma simples questão de restrição de calorias está na hora de reavaliar as suas atitudes durante a dieta. Ter um novo pensamento, buscar novas ações e pensar que dieta é um período de mudanças que deve levar a uma alimentação adequada durante toda a vida é uma nova maneira de buscar, além do emagrecimento, uma melhor qualidade de vida. Siga as dicas, mude e faça uma reeducação alimentar: 

Tenha atitudes positivas 

Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes. Por isso, nada de desânimo ou de pensar que você não consegue ou que o mundo conspira contra o seu objetivo. Tudo na vida exige uma postura firme e determinação. 

Foco na meta de peso 

A sua atenção deve estar focada no objetivo de peso e não nos alimentos que você pode comer ou deve evitar. A boa escolha alimentar será consequência.

Fuja do estresse e da ansiedade

Corte o mal pela raiz. Nenhum alimento por mais doce que ele seja será capaz de dar o fim no estresse e na ansiedade. Quando perceber que irá descontar nos alimentos todo o peso da rotina do dia, desvie a sua atenção daquele alimento que faz a luz vermelha da dieta piscar. Assistir a um bom filme, caminhar pelo bairro, ler um livro, ouvir música colocam o pensamento bem longe da alimentação. 

Assuma a responsabilidade 

Se você opta por dietas da moda ou altamente restritas, as chances de conseguir o que deseja e, principalmente, manter o peso, são mínimas. Assuma que a mudança na alimentação deve ser para a vida e não para a próxima festa ou encontro social. Não terceirize a vitória e o seu sucesso. Você somente irá conseguir se responsabilizando pelas suas atitudes. 

Não se dê desculpas 

Como resistir ao bombom ou ao doce que está na gaveta do escritório ou na despensa da cozinha? É quase impossível! Por isso, antes de plantar a sua própria armadilha, pense muito bem o porquê de deixar tão facilmente disponíveis esses alimentos tentadores. Você realmente quer emagrecer? Se sim, comece a oferecer esses alimentos para os seus amigos, livre-se deles. Evidentemente, você poderá comer um bombom, mas esporadicamente e não todos os dias. 

Se cair, levante 

Pessoas magras também exageram na alimentação. Elas não ganham peso porque logo em seguida retomam uma alimentação equilibrada em calorias. Se você exagerar, não faça disso o estopim para jogar o seu objetivo para o alto! No momento seguinte, retome a dieta e não faça uma restrição exagerada por conta disso como, por exemplo, dietas desintoxicantes, à base de sucos ou de sopas. 

Prepare-se para experimentar 

Em vez de pensar no que você não poderá comer, pense no que você poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. O seu paladar será estimulado, testado e você terá novos alimentos para variar as suas refeições. 

Se informe 

Quanto mais informações você tiver sobre alimentação saudável mais saberá diferenciar o que é correto ou não para o seu emagrecimento e para a sua saúde. Evite promessas de um rápido emagrecimento. Se a promessa é de eliminar mais do que 1 quilo por semana, cuidado! A sua saúde e autoestima estão em jogo.

Siga em frente

Mantenha sempre em mente as boas atitudes que não farão você desistir do seu objetivo final. Quanto mais certeza tiver de que está colhendo os resultados esperados, mais estimulado ficará para manter uma boa qualidade de vida e de peso por um longo período.

Procure um nutricionista! 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Vitamina de morango com iogurte



Rápido: até 30 minutos.

Ingredientes

- 45 unidades de morango (450g)
- Suco de uma laranja e raspas da casca
- 1 copo (americano) de iogurte desnatado natural (175g)
- 1 colher (de sopa) de açúcar light


Modo de preparo


1. Higienizar as frutas.
2. Colocar no liquidificador os morangos, o suco e as raspas da laranja e o iogurte.
3. Bater tudo até formar um creme homogêneo.
4. Acrescentar o açúcar light e bater novamente.
5. Distribuir em copos e servir gelado. 



Rendimento: 2 copos de 250 ml.

Dica

O morango e a laranja são ricos em vitamina C e por isso são ótimos antioxidantes. O iogurte desnatado é pobre em gorduras, o que torna a receita menos calórica.

Segredinho


Para obter uma consistência mais cremosa, passe a vitamina pela peneira, para retirar as sementes do morango, e se desejar, decore com morangos ou rodelas de laranja, partidos de modo a se encaixarem nas bordas dos copos.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Sangue tipo O corre menos risco de sofrer infarto e AVC



Estudo mostra quais grupos sanguíneos estão mais vulneráveis a doenças cardiovasculares

Saber o seu tipo sanguíneo pode ser tão importante para a saúde cardiovascular quanto fazer check-ups de rotina para verificar os níveis de colesterol e a pressão sanguínea. Isso é o que aponta um novo estudo publicado no Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology, um periódico do American Heart Association Journal. Segundo eles, o tipo sanguíneo mais raro, o AB se mostrou o mais vulnerável, enquanto que o grupo mais popular, o tipo O, foi apontado como o menos propenso a sofrer com doenças cardiovasculcares.
A descoberta foi baseada em duas amplas pesquisas. Uma do Nurses? Health Study, com mais de 62 mil pessoas e outra do Health Follow-up Study, com mais de 27 mil pessoas. Todos foram acompanhados durante 20 anos e tinham idades entre 30 e 75 anos.
Os resultados mostraram que o grupo sanguíneo mais raro, o AB, era o mais vulnerável a doenças cardiovasculares. O risco de sofrer alguma doença cardíaca era 23% maior em relação ao grupo com tipo sanguíneo O. Adultos com sangue tipo B, por sua vez, apresentaram um risco 11% maior de ter doenças cardíacas, enquanto que o risco do grupo com tipo A era 5% maior em relação aos do tipo O.
Para os autores, a pesquisa aponta que o tipo sanguíneo pode reforçar a necessidade de mudanças no estilo de vida. O próximo passo da equipe é avaliar se pessoas com diferentes tipos sanguíneos respondem de forma diferente a essas mudanças que incluem dieta e exercícios.

Adote esses hábitos para proteger o coração

Cerca de 31,5% dos óbitos no Brasil são provocados por doenças cardiovasculares, aponta o Ministério da Saúde. Esta é, portanto, a primeira causa de morte entre a população brasileira. Confira cuidados para proteger a saúde do seu coração:
1. Combata o estresse
Um dos efeitos do estresse é o aumento do colesterol, que causa hipertensão e obstrui as artérias do coração. Além disso, a ansiedade também aumenta a liberação de cortisol no organismo, elevando as taxas de glicose no sangue, o que favorece o desenvolvimento de doenças como o diabetes, que colocam o coração em perigo.
2. Consuma óleos vegetais
Óleos tradicionais são vilões do coração, pois contêm gorduras saturadas. Prefira, portanto, os óleos vegetais, como o azeite de oliva, que ajudam a controlar os níveis de colesterol.
3. Maneire nas carnes
Principalmente a carne vermelha possui uma quantidade maior de colesterol. Por isso, limite o consumo desse tipo de carne, preferindo frango e peixe, e sempre elimine a gordura visível das peças.
4. Limite o consumo de açúcarUm estudo publicado no Journal of American Medical Association sugere que o açúcar pode afetar as taxas de lipídios, aumentando os níveis de triglicerídeos e colesterol, fatores de risco para doenças cardiovasculares.
5. Coma mais vegetais
Um estudo publicado no periódico Circulation mostrou que o consumo de proteínas de origem vegetal está associado à redução da pressão arterial. Tal ação se deve ao principal aminoácido encontrado nessas proteínas, o ácido glutâmico.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Suplementação para corrida de rua



Atualmente o número de pessoas adeptas à corrida de rua aumenta a cada dia…

São pessoas que buscam emagrecimento, qualidade de vida, diversão, alívio do estresse, melhora da performance, etc. Independente do objetivo, é importante que os corredores de rua procurem orientação tanto na parte de treinamento (afinal, o treino na rua é mais desgastante e impactante do que na esteira, por exemplo) e na parte da alimentação. Um nutricionista esportivo deverá ser consultado para adequar a dieta e suplementação a esses praticantes ou atletas.

Abaixo listarei alguns dos suplementos mais indicados para a prática de corrida, trazendo benefícios na agilidade, resistência e recuperação muscular. Eles deverão ser usados desde que o plano alimentar já esteja correto. Confira:

1 - Hipercalóricos/ Substitutos de refeição

Os hipercalóricos nada mais são do que uma mistura de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais, ou seja, muitos deles são considerados substitutos de refeição, por terem todos os nutrientes que precisamos. Eles conseguem aumentar o aporte calórico diário, de forma saudável, possibilitando assim, um balanço energético positivo, necessário aos corredores que possuem um gasto muito elevado. Porém, esse tipo de suplemento não deve ser usado para pessoas que desejam emagrecer, somente para aqueles que não conseguem comer muito e que desejam colocar mais calorias na dieta.

2 - Proteínas e aminoácidos   

As proteínas (whey protein, caseína, albumina, etc.), de forma geral, são usadas para melhorar a recuperação muscular, ganho de força e produção de energia durante o exercício. Podem ser usadas pré-treino, pós-treino, ao acordar e antes de dormir, lembrando que a whey protein é de absorção rápida e caseína, albumina e soja, de média-lenta absorção. Ao acordar e após o treino a melhor opção são as de digestão rápida e antes do treino e antes de dormir, absorção médio-lenta.

Os aminoácidos (BCAA’s, glutamina, arginina) melhoram a resistência muscular, regeneram o sistema imunológico e realizam manutenção da massa muscular presente (anticatabolismo). Excelentes para a recuperação, muito importante para quem treina todos os dias ou sente muitas dores musculares.

3 - Estimulantes 

Substâncias estimulantes são muito interessantes para quem deseja melhorar desempenho, foco, agilidade e ainda queimar gorduras em excesso. Os mais indicados são suplementos e/ou fórmulas manipuladas que contenham cafeína, chá verde, inositol, citrus aurantium, taurina, fucus, erva mate, porangaba, etc.

4 - Carboidratos

Podem ser usados na forma em pó, líquida ou gel, tanto faz! Todo corredor que se preze deve ter uma dieta e suplementação ricas em carboidratos, afinal, ele é o principal fornecedor de energia. Os suplementos com carboidratos podem ser usados antes, durante e após os treinos.

5 - Protetores de articulações 

São os suplementos que contém condroitina, glucosamina e MSM. São excelentes para proteger e lubrificar joelhos e tornozelos, muitas vezes lesionados na corrida, então, a ordem é prevenção e alívio de dores já existentes, evitando lesões graves e cirurgias no futuro.

6 - Isotônicos/Repositores

Bebidas isotônicas são ótimas para treinos intensos, dias de competição, etc., afinal, além de possuírem carboidratos, que mantém o nível de glicose no sangue e nos depósitos, contém ainda minerais perdidos durante o suor, então elas ajudam a repor líquidos, carboidratos e minerais, prevenindo desidratação, cãibras, tonturas, mal-estar, etc. Também podem ser usados antes, durante e após os treinos e até ao longo do dia também.

Lembrando que cada caso é um caso, então, não necessariamente é necessário o uso de todos os suplementos listados. Para saber quais os melhores para o seu caso, consulte um nutricionista esportivo.

Bons treinos!

Crianças conhecem importância do valor nutricional dos alimentos




Segundo pesquisa da Unesp, como elas não escolhem preparações, entendimento não se reverte em alimentação balanceada

Estudo conduzido na Universidade Estadual Paulista (UNESP) aponta que, de forma geral, as crianças percebem a importância da alimentação saudável, com frutas, hortaliças, cereais, fontes de carboidratos e de proteínas e sem excessos de açúcares e gorduras. Porém, como não escolhem as preparações que lhes são servidas nas principais refeições, esse entendimento, muitas vezes, não se reverte em alimentação balanceada.

O estudo permitiu identificar a compreensão dos estudantes sobre as diferentes funções dos alimentos, ou seja, para eles, vitaminas e minerais são reguladores das funções orgânicas e possuem propriedades antioxidantes, devendo ser preferidos em relação aos alimentos ricos em açúcares e gorduras. Assim, comidas que fornecem energia somente foram vistas como prejudiciais à saúde , para quem tal concepção é consequência da forma como o tema é apresentado à criança nos diferentes cenários de vivencia.
  
Pesquisa

Em entrevista com a professora dos escolares, esta disse ter abordado com eles os conceitos fundamentais com alimentos e nutrição, mas reconheceu a falta de tempo em sala de aula para os assuntos transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

A educadora também relatou que, algumas vezes, o material didático é insuficiente e que não se sente plenamente capacitada para tratar todos os assuntos relacionados aos temas. " Percebe-se, na fala da professora, a ausência de uma educação nutricional que adote estratégias nas quais os estudantes possam participar ativamente da construção dos conhecimentos" , comenta a professora Eliana Goldfarb Cyrino, orientadora na pesquisa.
 
Conflito entre a informação e as práticas alimentares

As crianças estão abertas a novos conhecimentos sobre alimentação e nutrição, porém percebe-se que suas rotinas alimentares em família e na escola são repetidas, promovendo hábitos nem sempre condizentes com suas necessidades. Eles vivenciam um conflito entre o que aprendem e o que consomem, em geral por escolha dos adultos.

Os entrevistados revelaram consumir poucas hortaliças e frutas. No entanto, frituras e bebidas industrializadas estão diariamente presentes nas refeições, principalmente nos lanches, embora eles reconheçam que estes últimos são prejudiciais a saúde.

Os hábitos alimentares relatados pelos escolares são influências principalmente das mães, presentes na compra e no preparo das refeições. Fica claro que por motivos diferentes - praticidade ou prazer -, as famílias estão trocando alimentos saudáveis por industrializados, ou que podem ser adquiridos e preparados com maior facilidade. Contudo, há casos em que a mãe também foi apontada como incentivadora da alimentação saudável e promotora da disponibilidade dos alimentos de qualidade nutricional, possibilitando, portanto, a mudança dos hábitos alimentares.
 
Conhecimento saudável
 
Frente aos desafios do aumento da obesidade na infância e da mudança dos hábitos alimentares, nem sempre saudáveis, as falas das crianças ampliam o trabalho educativo nessa temática.

Os entrevistados possuem um repertório sobre alimentação e nutrição construído a partir do cotidiano, na vivência entre familiares e amigos, na escola com a contribuição dos meios de comunicação. No entanto, muitos conceitos são assimilados de forma equivocada, comprometendo o entendimento mais amplo sobre o tema.

Vale lembrar que na idade escolar são estabelecidas as preferências e restrições alimentares, origens do comportamento de toda a vida. Para ela, a integração dos setores de educação e saúde poderia contribuir para ampliar e melhorar a transmissão do conhecimento sobre alimentação saudável.



Sete receitas de tortas que vão contribuir com sua dieta


Torta brasileira

Invista nesta mistura de sabores com as cores da nossa bandeira


Um pedaço de torta brasileira - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes:

3 xícaras de chá de farinha de trigo integral
1 e ½ xícara de chá de leite desnatado
1 colher de sopa de fermento químico (pó)
1 Ovo de galinha (cru)
½ Iogurte desnatado natural
5 unidades médias de palmito (conserva)
4 Azeitonas verdes (conserva)
4 colheres de sopa de milho verde (conserva)
½ prato de sobremesa de couve manteiga (crua)
6 Tomates cereja pequenos
1 Cebola pequena (crua)
2 colheres de sopa de cebolinha (crua)
2 colheres de sopa de salsinha (crua)
½ colher de sopa de azeite de oliva (extra virgem)
1 colher de chá de sal Refinado

Prepare a Massa:

Massa
Dissolva a farinha de trigo no leite, junte o iogurte natural, o ovo e o sal. Bata tudo no liquidificador. Por último acrescente o fermento em pó e mexa delicadamente. Reserve. 

Prepare o Recheio:

Higienize adequadamente os vegetais. Corte a cebola e o palmito em cubos pequenos. Pique a salsinha, a cebolinha, a couve e as azeitonas. Junte todos os ingredientes do recheio em uma tigela, tempere com sal e azeite de oliva. Montagem: Coloque a metade da massa sobre um pirex untado, espalhe o recheio delicadamente e por cima acrescente o restante da massa. Decore com os tomate cerejas cortado ao meio. Leve ao forno médio, preaquecido por cerca 30 minutos. Sirva a seguir. 

Torta de bacalhau

Uma delicia que pode ser servida em qualquer ocasião


Pedaço de torta de bacalhau - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes da Massa:

250 g de ricota
2 claras
4 colheres (sopa) de sopa de farinha de trigo
Sal a gosto

Ingredientes do Recheio:

500 g de bacalhau
1 colher (sopa) de azeite
1 cebola picada
2 tomates picados
50 g de azeitonas verdes picadas
Salsa picada a gosto
2 ovos
2 claras
1 xícara (chá) de creme de leite light
1 pitada de sal
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Prepare a Massa:

Misture a ricota, claras, farinha, tempere com sal e forre o fundo e os lados de uma forma de torta de abrir. 

Prepare o Recheio:

Deixe o bacalhau de molho por 24 horas, trocando a água várias vezes, desfie e reserve. Refogue a cebola no azeite, junte bacalhau, tomate, azeitonas, adicione salsa e retire. Espere amornar e coloque sobre a massa de torta. Bata os ovos, clara, creme de leite, sal e coloque sobre o refogado. Salpique parmesão e leve ao forno médio por cerca de 30 minutos.

Informação nutricional por porção:

Rendimento: 10 porções
269,1 kcal

Torta de frango e abobrinha

Descubra essa opção light que vai renovar a sua dieta


Garfo cortando o pedaço da torta de frango - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes:

1 cebola picada
2 colheres (chá) de azeite
2 abobrinhas raladas
Tomilho fresco a gosto
300g de peito de frango moído
2 claras
Salsa picada a gosto
2 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de molho inglês
Sal a gosto
1/2 xícara (chá) de farinha de rosca
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 pitada de páprica doce

Modo de Preparo:

Refogue a cebola no azeite, junte a abobrinha e o tomilho e deixe cozinhar; reserve. À parte, misture bem o frango moído, a clara, a salsa, o sal, a farinha de rosca, o parmesão e a páprica. Forre o fundo do refratário com metade da mistura da farinha de rosca, queijo parmesão e a páprica. Acrescente a massa de frango e leve para assar. Retire e coloque por cima a abobrinha refogada e o restante da farinha e leve ao forno médio por mais 5 minutos.

Torta de queijo branco

Esta receita light é para animar quem faz dieta para emagrecer


Mini torta de queijo branco - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes:

1 colher de sopa de fermento
1 colher de chá de sal
2 tomates
2 ramos de manjericão fresco
6 fatias médias de queijo minas 0% de gordura
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de sopa de farinha de trigo integral
1 ovo inteiro
1,5 xícaras de leite desnatado 

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o leite e os ovos. Junte a farinha de trigo peneirada, o fermento, o sal e bata novamente. Reserve. Pique os tomates, o manjericão e o queijo minas light em cubos. Misture com a massa e despeje em uma fôrma untada. Leve para assar em forno médio, preaquecido, por cerca de 1 hora. Sirva a torta fria ou quente.

Valor calórico: 89,6 Kcal/ porção
Rendimento: 8 porções

Torta rápida de queijo e presunto

Rápida e fácil, esta receita irá te conquistar


Pedaço de torta de queijo com presunto - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes:

8 fatias de queijo prato
8 fatias de presunto
20 fatias de pão frâncer amanhecido
1 lata de creme de leite
3 ovos inteiros
2 tomates fatiados
Sal à gosto
Orégano e queijo parmesão ralado para polvilhar

Modo de Preparo:

Bata os ovos levemente, acrescente sal e o creme de leite. Em um refratário pequeno despeje um pouco da mistura do líquido, coloque fatias de pão, fatias de queijo e fatias de presunto. Faça quantas camadas derem, por último cubra com o restante do líquido. Coloque o tomate e polvilhe com orégano, queijo ralado e leve ao microondas por 13 a 15 minutos, em potência alta.

Torta de ricota light

Incremente o seu cardápio com esta sobremesa leve


Torta de ricota light - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes:

500 g de ricota
1 copo (200 ml) de leite desnatado
2 colheres (sopa) de leite em pó desnatado
2 gemas
3 claras
1 colher (sopa) de amido de milho
Raspas de limão
5 colheres (sopa) de adoçante culinário
1 colher (sopa) de uva passa
Gotas de baunilha 

Modo de Preparo:

No liquidificador, bata a ricota, o leite desnatado, as gemas, a maisena, o adoçante culinário e gotas de baunilha. Despeje em uma vasilha apropriada e reserve. Bata as claras até o ponto de neve. Junte-as aos poucos à mistura reservada, delicadamente. Acrescente as passas e as raspas de limão. Despeje em um pirex untado com margarina light e farinha de rosca. Leve ao forno e asse por 40 minutos ou até começar a dourar. 

Informação nutricional por porção:

Rendimento: 20 unidades
Calorias: 62 kcal/porção 

Torta vegetariana

Essa receita vai bem em qualquer refeição


Torta vegetariana - Imagem meramente ilustrativa

Ingredientes:

1 lata de milho verde
1 cebola picada
4 folhas de couve
4 colheres de sopa de óleo
3 xícaras (chá) de leite
2 ovos
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de queijo minas ralado
1 colher (chá) de sal 

Modo de Preparo:

Retire o talo da couve e corte em fatias finas. Aqueça metade do óleo e refogue a cebola, acrescente o milho, a couve, metade do sal e deixe até murchar a couve. Reserve. No liquidificador coloque o restante do óleo, o leite e os ovos. Bata e acrescente a farinha, o fermento e o sal. Em uma assadeira untada coloque metade da massa, distribua o recheio e cubra com a outra metade da massa. Polvilhe com o queijo. Leve ao forno médio pré-aquecido até dourar. Sirva quente ou na temperatura ambiente.

Para variar substitua a farinha de trigo por farinha de trigo integral.
Se não tiver couve, substitua por agrião, escarola ou brócolis.




quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Requeijão light caseiro



Ingredientes:
1 litro de leite 
3 colheres (sopa) de vinagre branco
2 colheres (sopa) de creme de leite light de caixinha
1 colher (sopa) de margarina light
sal a gosto

Modo de Preparo:
1°- Em uma panela, aqueça 1 litro de leite em fogo médio até ferver. Quando ferver, apague o fogo, retire 1 xícara (chá) deste leite fervido e reserve. No restante do leite acrescente 3 colheres (sopa) de vinagre e mexa um pouco para talhar (5 minutos).
 2°- Coe a mistura em uma peneira, transfira para um pano e esprema bem. Reserve. O que sobrar no pano é uma ricota caseira.
 3°- Em um liquidificador, coloque 2 colheres (sopa) de creme de leite de caixinha, 1 colher (sopa) de margarina, sal a gosto, a ricota (que ficou no pano) e AOS POUCOS junte 1 xícara (chá) de leite fervido (reservado acima). Bata bem até obter um creme liso.
 4°- Transfira este creme para um copo e leve à geladeira para firmar. Retire da geladeira e sirva em seguida com torrada ou em alguma preparação que leve requeijão.
 **Dica:
 Para incrementar seu requeijão, adicione 100 g de mussarela ralada (ou 100 g de queijo minas padrão) ou 1 quadradinho de queijo processado (20 g).

Arroz integral e leguminosas podem prevenir câncer intestinal



Grãos de leguminosas, arroz integral, hortaliças verdes e frutas secas têm algo em comum. De acordo com uma pesquisa da Universidade Loma Linda, dos Estados Unidos, podem ajudar a reduzir o risco de câncer de intestino.
O estudo contou com dados de um levantamento feito há 25 anos com quase três mil pessoas, que descreveram com que frequência comiam certos alimentos. Agora, os voluntários contaram se desenvolveram pólipos (crescimento anormal dentro do intestino), que podem se transformar em câncer. Na análise, os cientistas levaram em conta possíveis condições hereditárias, tabagismo, excesso de bebidas alcoólicas e sedentarismo.
Constatou-se que quem consome leguminosas, como feijão-roxo ou lentilha, pelo menos três vezes por semana, reduz a chance de pólipos em um terço. Arroz integral uma vez por semana diminui a probabilidade em dois quintos e, hortaliças verdes cozidas, ao menos uma vez por dia, em um quarto. Frutas secas três vezes por semana também abaixam as taxas.
O alto teor de fibras dessas iguarias é o responsável pelos benefícios. Além disso, vegetais crucíferos, como brócolis, contêm compostos de desintoxicação, o que melhora sua função protetora.

Exercício físico altera área do cérebro que regula o apetite



Algumas pessoas reagem aos exercícios físicos comendo mais. Outras, comendo menos. Por muitos anos, os cientistas acharam que mudanças hormonais, incentivadas pelos exercícios, ditavam se o apetite de uma pessoa iria aumentar ou diminuir depois de treinar. Mas agora a neurociência está indicando que há uma outra causa provável para essa variação.

Dois estudos recentes sugerem que exercícios físicos podem mudar seu desejo de comer alterando o modo como certas partes do cérebro reagem à visão de comida. Em um desses estudos, os cientistas levaram um grupo de 30 indivíduos jovens e ativos para sessões experimentais em que suas cabeças eram mantidas nos tubos de ressonância magnética.

Os pesquisadores queriam rastrear a atividade em porções do cérebro conhecidas como "sistema de recompensa por comida", que inclui a ínsula, o putâmen e o sulco de Rolando. Essas regiões controlam se gostamos de comida e a queremos naquele momento. De forma geral, quanto maior a atividade cerebral nessas regiões, maior é a vontade de comer.

Para descobrir como os exercícios alteram a rede de recompensa por comida, os pesquisadores colocaram os participantes para pedalar vigorosamente em bicicletas ergométricas ou para se sentarem tranquilamente por uma hora antes de serem colocados nos aparelhos de ressonância magnética. Na segunda sessão de testes, os voluntários trocavam a atividade realizada.

Imediatamente depois, os participantes assistiam a uma série de fotos. Algumas mostravam frutas e legumes ou grãos nutritivos, enquanto outras mostravam gordurosos hambúrgueres, sorvetes com calda e biscoitos. Algumas fotos que não eram de comida foram colocadas entre as outras. Nos voluntários que haviam descansado por uma hora, o sistema de recompensa por comida se acendia na ressonância, especialmente nos itens com muito açúcar ou gordura. Porém, se eles tivessem treinado na hora anterior, essas mesmas pessoas demonstravam muito menos interesse em comida, de acordo com os exames. Seu sistema de recompensa por comida permanecia sem atividade.

Porém, esses resultados podem não ser típicos. Os indivíduos estudados estavam na casa dos 20 anos, dentro do peso ideal e tinham condicionamento físico o suficiente para pedalar vigorosamente por uma hora. Mas essa não é a realidade da maioria das pessoas.

Como um outro estudo da atividade cerebral depois do exercício físico demonstrou, algumas pessoas acima do peso e sedentárias respondem ao exercício acelerando o funcionamento do sistema de recompensa por comida, em vez de freá-lo. Nesse estudo, publicado no ano passado no "Jornal da Obesidade", 34 pessoas acima do peso começaram um programa supervisionado de exercícios de cinco dias por semana, planejado para que cada participante queimasse cerca de 500 calorias por treino. Eles podiam comer à vontade.

Doze semanas depois, 20 indivíduos do grupo haviam perdido peso consideravelmente, cerca de 6 kg, em média. Mas 14 deles não, tendo reduzido somente 1 kg ou nem isso. Esses 14 que responderam pior ao programa de exercícios também haviam demonstrado maior atividade cerebral diante de estímulo visual de alimentos no início do programa. 

Depois de três meses, eles ainda mantinham essa tendência indesejada. Sua rede de recompensa por comida se acendia fortemente depois do exercício quando viam comida e, na verdade, pareciam mostrar mais entusiasmo do que no início do estudo. Os que perderam mais peso, por outro lado, não demonstravam nenhum entusiasmo às fotos de comida depois dos exercícios. 

O que tudo isso sugere, de acordo com o pesquisador da Universidade Politécnica da Califórnia, Todd Hagobian, é que o "exercício tem um efeito definido nas regiões de recompensa por comida". Mas esse efeito depende do perfil da pessoa e do tipo de exercício que ela faz. Ele notou que seus objetos de estudo jovens e em forma completaram duras sessões de resistência física.

"É provável que, para atingir a perda de peso e a manutenção do novo peso, seja necessário não só fazer uma quantidade razoável de exercícios, mas fazê-los com frequência", afirma. Em outras palavras, para que o exercício físico notadamente diminua seu desejo por comida, talvez seja necessário suar durante uma hora. E também pode ajudar o fato de o indivíduo já estar dentro do peso ideal e em forma.

Personalização

Pesquisa vislumbra uma atividade ideal para cada pessoa

Nova York, EUA. O pesquisador da Universidade da Califórnia Todd Hagobian está otimista que as pesquisas relacionando os exercícios físicos à vontade de comer possam ajudar praticamente todas as pessoas a utilizar melhor os exercícios físicos no controle do apetite.

"Pode haver doses ou tipos de exercícios que são mais efetivos para alguns tipos de pessoas do que para outras", ele comenta. Futuramente, as pesquisas cerebrais podem auxiliar a apontar qual tipo de programa de treinamento é mais adequado para cada tipo de pessoa.

Nesse meio tempo, Hagobian recomenda que as pessoas não se acomodem ou se rendam ao sofá, mesmo que a atividade física desperte o apetite. "Estar em forma pode ter efeitos psicológicos", lembra. Alguns desses efeitos podem ser a vontade de se alimentar melhor e, a longo prazo, diminuir alguns quilos.

Segundo o especialista, que conduziu alguns estudos neste sentido, quatro ou cinco anos atrás, realmente parecia que os hormônios do apetite controlavam o que comíamos. "Porém, estou cada vez mais convencido de que é o cérebro. Os hormônios não dizem a você para comer, mas seu cérebro diz. E, se conseguirmos acertar na dose, o exercício físico pode mudar essa mensagem".

Fonte: O tempo/ MG - traduzido de New York Times
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