Blog da Magda Vieira; Nutrição, Saúde e Bem-Estar

segunda-feira, 26 de março de 2012

Obesidade na adolescência leva à depressão


A pesquisa visou identificar se os adolescentes estão satisfeitos com o corpo, alguns até afirmam ser obesos .
Estudo americano indicou que os adolescentes que têm peso ideal, e que acreditam estar obesas, podem ter risco maior de entrar em depressão do que obesas que têm consciência de sua condição. A conclusão é de sociólogos da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Os pais frequentemente se preocupam com a saúde mental de filhos com sobrepeso, mas as descobertas mostram que estão com peso saudável. Ele afirma que, “com percepção de obesidade, as pessoas que têm maior probabilidade de sentir-se deprimidos”.
O estudo foi publicado no “Journal of Health and Social Behavior” e ainda analisou dados brasileiros. No país verificou que 64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo e quase 50% das alunas com peso adequado querem ser mais magras.
Um fato que mais assustou os estudiosos foi que, enquanto os médicos sabiam descrever o que era a obesidade, o público em geral desconhecia. Entre as pessoas pesquisadas, 20% das meninas e 40% dos meninos com sobrepeso “não sabem” que não têm o peso ideal.
“Os médicos não podem presumir que adolescentes com peso saudável têm a consciência de que seu peso é de fato saudável e, acima de tudo, de que se sentem bem com isso”, diz Michelle Frisco, envolvida no trabalho.
Para a tutora do Portal Educação, psicóloga Denise Marcon, esta pesquisa vem mostrar como os pais devem ficar atentos aos comportamentos de seus filhos adolescentes com relação ao corpo. “Além de estar propensa a desenvolver transtornos alimentares a distorção da imagem corporal pode trazer ainda um agravante como mostra a pesquisa que é a depressão”, diz Denise.
Fonte: Portal Educação 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Hormônio da gordura abdominal pode favorecer Alzheimer


Adiponectina poderia causar outras formas de demência em mulheres. Número de pessoas com a doença no mundo deve dobrar em 20 anos 
Um hormônio derivado da gordura abdominal pode favorecer o mal de Alzheimer e outras formas de demência em mulheres, sugere um novo estudo publicado na edição online da revista "Archives of Neurology".
Segundo os autores da Universidade Tufts, em Boston, EUA, dados mostram uma associação entre a resistência à insulina, característica da diabetes tipo 2, e o desenvolvimento de demência.
Esse hormônio, chamado adiponectina, aumenta a sensibilidade do corpo à insulina, tem propriedades anti-inflamatórias e desempenha um papel no metabolismo da glicose e de lipídios. Como há uma melhora na sensibilidade à insulina, os estudiosos esperavam que um maior nível da substância no sangue protegesse o cérebro contra a perda cognitiva, mas as informações sugerem exatamente o contrário: quanto maiores as taxas de adiponectina, maior o risco de doenças degenerativas.
Esse aumento da adiponectina nos pacientes poderia ser, portanto, uma resposta a danos vasculares ou a mudanças na morfologia cerebral ocorridas com o tempo. Para concluir qual a explicação correta para o aumento desse hormônio no sangue, são necessários estudos genéticos adicionais, apontam os autores.
Os pesquisadores analisaram informações sobre os níveis de glicose, insulina e outras substâncias no plasma sanguíneo de 840 pacientes (541 mulheres, com idade média de 76 anos, e 299 homens), examinados entre 1985 e 1988 segundo o método de avaliação cardíaca de Framingham.
Os participantes foram acompanhados por cerca de 13 anos e avaliados em busca de sinais de desenvolvimento da Alzheimer e outras formas de demência. Nesse período, 159 pessoas tiveram demência, incluindo 125 casos de Alzheimer, o tipo mais comum da doença (80% dos casos).
Após uma análise de outros fatores de risco (como idade, genes, peso e plasma), apenas a adiponectina em mulheres foi associada a um risco aumentado de demência e Alzheimer. De acordo com os cientistas, esse hormônio pode ser no futuro um alvo terapêutico para o tratamento da diabetes tipo 2.
Estima-se que o número de indivíduos com demência no mundo – 36 milhões – dobre nos próximos 20 anos.
Fonte: G1 

Azeite e peixe suavizam sintomas da pancreatite

Algumas substâncias encontradas em azeite virgem e também na carne de peixes podem ajudar no controle de sintomas da pancreatite. De acordo com pesquisadores espanhóis da Universidade de Granada o ácido oléico e hidroxitirosol – em concentrações altas no azeite – e ácidos graxos n-3 poliinsaturados – encontrados em peixes – podem ser muito benéficos para pessoas sofrendo dessa condição.
A pesquisadora Maria Belen Lopez Millan e uma equipe avaliaram o papel que ingredientes da dieta mediterrânea têm na prevenção da mitigação de danos celulares, dando foco para a forma como ácidos graxos e antioxidantes afetam os mecanismos celulares que respondem à inflamação local no pâncreas.
Para isso, os cientistas usaram ratos de laboratório, fazendo com que danos celulares fossem induzidos após um pré-tratamento com os componentes nutricionais selecionados.
“Existem evidências crescentes de que existem processos oxidativo-inflamatórios envolvendo a origem de doenças crônicas e que a dieta desempenha um papel importante em processos assim. Os efeitos do anti-oxidante (compostos fenólicos) e anti-inflamatório (ômega 3 de ácidos graxos) dos componentes da dieta previnem e mitigam a incidência patológica de processos oxidato-inflamatórios”, explica Millan.
Os resultados do estudo mostram que o ácido oléico e o hidroxitirosol podem ser considerados ingredientes funcionais potenciais, ou seja, produtos que as pessoas podem consumir para melhorar a saúde em geral ou diminuir a atividade de uma determinada doença.

A pesquisa foi publicada no periódico Proceedings of the Nutrituon Society. 
Fonte: UPI

quarta-feira, 21 de março de 2012

Uma alimentação saudável pode acabar com a flacidez?

Alimentação balanceada pode resolver o problema da flacidez, mas não é tão simples assim. 

Quando analisamos nosso peso isoladamente, muitas vezes, verificamos eutrofia, isto é, equilíbrio entre nossas medidas de peso e altura.
Mas, porque então, ficamos tão insatisfeitos com o nosso corpo?
Bom, a resposta é simples: nosso peso é apenas UMA medida que deve ser avaliada na determinação da composição corporal. É só pensar: se somos formados de ossos, músculos, água e gordura, é necessário um equilíbrio entre todos esses compartimentos para refletir em um corpo realmente “saudável”.
Por isso, algumas vezes, para alterar nossa composição corporal, não é estritamente necessário o emagrecimento, mas sim a mudança de hábitos de vida e alimentares.
Vou explicar: vamos imaginar uma mulher com peso adequado para a altura, apresentando flacidez.
Como contornar o problema?
Primeiramente, devemos entender que para termos uma pele firme é necessário uma substância chamada colágeno, que é sintetizada a partir dos aminoácidos (proteínas) lisina, prolina e glicina e de outros nutrientes como vitamina C, cobre, zinco, manganês e o silício.
Partindo desse princípio, podemos concluir que para tratar (e não acabar) a flacidez da pele é importante fornecer esses nutrientes através da alimentação diária:
Lisina, prolina e glicina: Para obter essas proteínas, pode-se adicionar na alimentação a gelatina sem sabor preparada com suco natural. É importante usar a gelatina sem sabor pela ausência de corantes e edulcorantes artificiais, que são substâncias que desgastam nutrientes do organismo.
Vitamina C: Esse nutriente é encontrado em abundância nas frutas ácidas como laranja, limão e acerola e também está presente na goiaba, tomate, kiwi, abacaxi, morango, salsa e pimentão.
Cobre: Os frutos do mar, grãos integrais, feijões, nozes e batatas são boas fontes de cobre. Outras fontes importantes são folhas verde-escuras, os frutos secos (ameixa, damasco e figo secos), o cacau e a levedura.
Zinco: Está presente em alimentos ricos em proteínas como carnes magras, frango, peixe, amendoim, leite e derivados, leguminosas (feijão, lentilha, soja), nozes e cereais integrais. Lembrar que o zinco proveniente de proteínas vegetais não é tão bem aproveitado pelo organismo quanto o zinco de origem animal.
Manganês: As melhores fontes são abacaxi, oleaginosas (amendoim, castanhas, nozes), aveia, arroz integral, farinha de trigo integral, espinafre, batata doce, chá preto e chá verde.
Silício: Mineral encontrado na aveia, cevada, salsa, nabo, avelã e feijão.
Assim como existem alimentos que auxiliam na manutenção de uma pele firme e saudável, existem outros que atuam de modo contrário, provocando ou agravando a flacidez.
São eles: refrigerantes, doces, frituras, gorduras de origem animal, embutidos (salsicha, linguiça, calabresa, hambúrguer), frios, queijos amarelos e alimentos ricos em sódio como sal, caldos prontos, temperos prontos e salgadinhos.  Esses alimentos exercem efeito tóxico sobre a pele e devem ser evitados.
Além de cuidar da alimentação, é importante eliminar o sedentarismo e melhorar a hidratação. Afinal, atividade física e ingestão hídrica são essenciais para alcançar o resultado desejado.
Na flacidez, milagres não existem. Por isso, o esforço e a dedicação são fundamentais!

Pensamento gordo é um dos fatores que levam a comer em excesso

Desenvolver estratégias para mudanças de pensamento geram atitudes assertivas

A compulsão é um grande tormento para milhares de pessoas que sofrem com o sobrepeso e obesidade. Quem nunca teve um momento de deslize e exagerou ao comer, não sabe a culpa e a auto recriminação que as pessoas sentem, quando acabam comendo em excesso.
A compulsão, é o termo utilizado para atos que o indivíduo se sente coagido internamente a realizar, pois se não o fizer haverá incremento da angústia.
Desta forma, podemos pensar em como a comida acaba levando a uma satisfação rápida, tanto de emoções, como de sentimentos angustiantes, pois é uma forma rápida de compensação e de alívio.
A forma de pensar gordo tem relação direta nesse aspecto, pois ao avaliarmos esses indivíduos, verificamos que os mesmos estabelecem uma relação de dependência, a nível de satisfação tanto corporal quanto pessoal.
O segredo é criar consciência do porque está comendo. Se está com fome, se come para acompanhar alguém, ou porque está descontando emoções na comida, e se perguntar sempre, o porquê está comendo.
Diante desses questionamentos, o único caso que deve ser resolvido com comida é a fome. Se estiver triste chore; se está ansiosa tome um banho, relaxe, respire fundo. O importante é vivenciar as emoções e resolver cada uma delas com a solução mais adequada, isto é, permitir sentir o que está acontecendo e procurar resolver da forma mais assertiva, que com certeza, não será a comida.
A partir daí, você vai começar a perceber a diferença entre fome-física e fome-emocional, e vencer a compulsão. Essa percepção e o reconhecimento das duas situações distintas abrem seu leque de opções, te dando instrumentos para lidar melhor com essas situações.
É você quem vai decidir se come ou não come, é você que tem que ter o controle sobre seu corpo e emoções. Como comer é para vida toda, é importante que aprenda a lidar com a comida, pois viver de regime é contraproducente e gera compulsão alimentar.
O mais importante, é que após tomar todas as medidas necessárias para perder peso, com o acompanhamento do seu nutricionista e mesmo assim encontrar dificuldades em seguir por não manter as orientações, é procurar um Psicólogo para poder compartilhar e solucionar, daquilo que não está determinado somente na necessidade orgânica de se alimentar, ou melhor, trabalhar o porquê está precisando se alimentar de comida e não de afeto, de carinho, de alegrias, de realizações.
Aprender a viver a vida com prazer, pois em nossa rotina diária, acabamos não nos permitindo vivenciar atividades prazerosas, e vamos sendo esmagados pelas obrigações .O foco é identificar o que em você não está sendo bem canalizado, preenchido, que a comida está tendo que tapar.

Dormir menos faz pessoa comer mais comida calórica


Dormir menos provoca mais danos ao corpo do que um cansaço posterior. Segundo um novo estudo, quem tem uma hora e 20 minutos a menos de sono desenvolve a a tendência de consumir 549 calorias extras - o equivalente a um lanche de fast-food.
Apesar de apenas 17 pessoas serem incluídas participado da pesquisa, estudos anteriores já indicaram uma relação entre a falta de sono e a obesidade.
As condições analisadas desta última pesquisa englobaram medição de horas dormidas no experimento, alimentos consumidos e atividades físicas.
Mas, entre outros itens, o que chama a atenção é que o hábito alimentar dos que dormiram livremente não mudou, enquanto que o oposto foi verificado no grupo que teve o sono privado.
Estudos anteriores indicam que menos horas de sono afeta o consumo de comida pela redução da produção de um hormônio, a leptina, que inibe o apetite. Ao mesmo tempo, aumenta um outro, a grelina, conhecido também como o "hormônio da fome".
Neste, organizado por médicos cardiologistas da Mayo Clinic, uma companhia norte-americana de saúde, descobriu-se que o processo é inverso. Os níveis de leptina aumentaram e o de grelina, diminuíram, quando a pessoa dormiu menos.
O autor principal do estudo, Virend Somers, acrescenta: "E quanto mais gordura você tem, mais leptina você produz."
Para chegar a essa conclusão, os voluntários tiraram três noites de sono em que puderam dormir uma média de seis horas e 30 minutos.
Depois, foram divididos em dois grupos, com nove deles seguindo o modelo-padrão de sono durante oito dias. Os demais reduziram o período para uma média de cinco horas e dez minutos - o mesmo que uma hora e 20 minutos a menos de sono.
Somers lembra que este é um estudo piloto e precisa ser aprofundado. Mas cita: "Muitos jovens passam horas usando a tecnologia, como em websites como o "Facebook", impedindo-os de ter sono [considerado] suficiente. Isto possui um impacto na obesidade? Talvez sim."
O estudo foi apresentado nesta semana no encontro da Associação Americana do Coração, em San Diego.

Fonte: UOL Folha 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Estudo aponta que sorvete vicia como cocaína


As drogas viciam porque o usuário, com o passar do tempo, sente-se cada vez menos satisfeito a cada vez que consome o produto, por isso precisa suprir a necessidade com mais urgência e em maior quantidade. Mas o Instituto de Pesquisa do Oregon, em Eugene (EUA), descobriu que isso também se aplica a alimentos muito gordurosos ou açucarados. O sorvete, por exemplo, pode ter um potencial de vício tão forte quanto as drogas ilegais.
No estudo que chegou a essa conclusão, os pesquisadores analisaram 151 meninos com idades entre 14 e 16 anos, todos classificados com “peso saudável” e sem distúrbios alimentares. Antes do experimento, todos responderam em entrevista tudo o que haviam comido nas semanas anteriores.
No dia do teste, todos tiveram o cérebro conectado a monitores de ressonância magnética, enquanto era mostrado a cada um a foto de um milk shake. Todos sentiram desejo pela sobremesa ao ver a figura, conforme os pesquisadores previam.
Em seguida, cada um tomou um delicioso milk shake de chocolate feito com sorvete Häagen Dazs, enquanto os cientistas analisavam o nível de satisfação. Ao comparar os resultados, os pesquisadores descobriram que aqueles que haviam consumido mais sorvete, nas semanas anteriores ao teste, aproveitaram menos o milk shake que receberam e sentiram necessidade de mais.
Este efeito, segundo os pesquisadores, é atribuído ao efeito da dopamina, o hormônio conhecido por proporcionar a sensação de prazer e satisfação. Quanto se consome sorvete em excesso, com o passar do tempo, o cérebro libera cada vez menos dopamina a cada porção, o que exige quantidades maiores. A mesma coisa acontece com as drogas.
O estudo serve, conforme explicam os cientistas, para demonstrar que pode haver semelhanças no tratamento para obesos e dependentes químicos, já que os mecanismos de vício entre alimentos e drogas têm mais pontos em comum do que se imaginava. De qualquer maneira, ainda é preciso fazer mais investigações sobre tais respostas hormonais.

Fonte: Telegraph

segunda-feira, 5 de março de 2012

O óleo de coco ajuda a emagrecer?

Só se fala desse oleosinho por ai. Então vamos falar mais um pouco.

Este produto está fazendo o maior sucesso entre os afoitos para ganhar massa muscular e mais ainda entre aqueles interessados em perder peso. A mídia ainda tem um papel decisivo neste cenário uma vez que expõe artistas e famosos que referem ter conseguido façanhas com o uso do produto.
Muita calma para quem pensa em colocar na dieta o óleo de coco imaginando que conseguirá efeitos tão surpreendentes como os artistas em questão! 
Observação: ainda não foi descoberta a fórmula mágica para perder barriga ou fazer sumir quilos a mais do nosso corpo, assim o óleo de coco não é diferente e de fato não é a tal fórmula.
Este produto tem uma característica de interesse para a área da nutrição por ser considerado uma gordura cuja cadeia molecular é de tamanho médio (chamamos de triglicerídeo de cadeia média ou TCM), esta característica permite que tal gordura seja absorvida mais rapidamente e seja mais prontamente utilizada como fonte energética. Este tem sido o grande apelo para a comercialização do óleo de coco.
O outro lado é que trata-se de uma gordura do tipo saturada que é o tipo de gordura classificada como de má qualidade para a saúde cardiovascular, assim como parte da gordura existente em produtos de origem animal, gorduras trans e gordura hidrogenada. Poucos são os estudos que de fato mostram efeitos sobre a saúde humana, pois muitos destes estudos são conduzidos em animais, e os poucos estudos de boa qualidade que apontam os benefícios em pessoas também associaram dieta de calorias reduzida e houve prática de atividade física entre os indivíduos estudados.
Pesquisadores brasileiros da Universidade de Alagoas, em Maceió, publicaram no periódico Lipids, em 2009, um estudo sobre óleo de coco. Nele, 40 mulheres obesas de 20 a 40 anos seguiram, por 12 semanas, uma dieta com restrição calórica (menos consumo de carboidratos, mais ingestão de proteínas e fibras e semelhante consumo de gordura) e praticaram 50 minutos de caminhadas todos os dias. Metade delas ingeriu suplementos óleo de soja e as outras, de óleo de coco. Antes do início do estudo, as participantes apresentavam níveis de colesterol, índice de massa corporal (IMC) e medidas abdominais parecidas. Ao final da pesquisa, aquelas que consumiram óleo de coco apresentaram maiores níveis de HDL, o colesterol 'bom', e menores de LDL, o colesterol 'ruim', enquanto o outro grupo teve os dois tipos de colesterol aumentados. A redução do IMC foi observada nos dois grupos, embora somente o grupo do óleo de coco tenha reduzido a circunferência abdominal.
Os pesquisadores concluíram que dieta com suplemento de óleo de coco não aumenta os níveis de gordura no sangue e reduz medidas abdominais em obesos. Entretanto, eles também observaram que o suplemento pode induzir uma resistência à insulina. Os cientistas, no entanto, concluíram que outros estudos eram necessários para avaliar os efeitos do alimento a longo prazo.
Diretrizes nacionais e internacionais citam o óleo de coco bem como o próprio coco a terem seu consumo reduzido a fim de diminuir o risco para doenças cardiovasculares, principalmente entre aqueles que já apresentam outros riscos associados.
Portanto, é necessário fazer uma avaliação individualizada para o uso correto de tal produto. A melhor forma de controlar o peso, ganhar um corpo saudável e ter uma saúde preservada ainda é praticar um estilo de vida saudável: alimentação equilibrada e atividade física regular.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Como não engordar demais na gravidez?


Toda mulher sonha em ter seu primeiro filho, mas o sonho pode ser tornar um pesadelo quando os quilinhos que ganhou na gestação permanecem.
Durante o período gestacional a gravida não pode passar fome, mas também não pode comer descontroladamente.
O ideal é ganhar 1kg cada mês de gestação, mas este valor varia para cada mulher, pois algumas antes de engravidar eram muito magras e outras com excesso de peso.
O ganho de peso é necessário porque seu corpo está crescendo e mudando, para proporcionar o desenvolvimento do bebê. Veja em média, para onde vai os quilos extra:
• Ao nascer, o bebê vai pesar em torno de 3,3 Kg.
• Ao longo da gravidez, a camada muscular do seu útero cresce bastante, e passa a pesar 900g a mais.
• A placenta, que nutre o bebê, pesa 700g ao fim da gravidez.
• Seus seios aumentam de tamanho e pesam 400g a mais.
• O volume de sangue que circula no seu corpo cresce, e todo o sangue extra pesa 1,2Kg.
• Você acumula líquido no organismo, além do líquido amniótico que envolve o bebê, num total em média 2kg.
• Além disso você acumula gordura no corpo durante a gravidez para garantir um estoque extra de energia para a fase de amamentação. Esse total é de 4kg

Como calcular seu IMC 

É importante saber seu IMC de antes da gravidez porque, quanto maior o IMC inicial, menos a mulher deve engordar na gestação. 
O IMC deve ser calculado em relação ao peso e à altura de antes da gravidez. O cálculo do índice de massa corporal é feito da seguinte forma.

1. Multiplique sua altura em metros por ela mesma (1,60 ao quadrado, por exemplo, que dá 2,56). 
2. Divida seu peso em quilos por esse número. Se você pesa 60 kg, o IMC será 60 dividido por 2,56 = 23,43. Pronto! 

O IMC é classificado da seguinte forma: 

• IMC de menos de 18,5 - Abaixo do peso 
• IMC de 18,5 a 25 - Ideal 
• IMC de 25 a 30 - Acima do peso (sobrepeso) 
• IMC de 30 a 40 - Obesidade 
• IMC acima de 40 - Obesidade severa 

O IMC pré-gravidez determina o quanto você deve engordar 

A recomendação é que as mulheres calculem o ganho de peso ideal com base no IMC de antes da gravidez. Quanto mais acima do peso a mulher estiver antes de engravidar, menos ela deve engordar na gestação. 

• IMC inicial de menos de 18,5 -- ganho de peso ideal: 13 kg a 18 kg.
• IMC inicial de 18,5 a 25 -- ganho de peso ideal: 11 kg a 16 kg.
• IMC inicial de 25 a 30 – ganho de peso ideal: de 7 kg a 11 kg.
• IMC inicial acima de 30 – ganho de peso ideal: de 5 kg a 9 kg.

Algumas recomendações nutricionais:

1 - Faça de 5 a 6 refeições ao dia, em pequenas quantidades.
2 - Consuma uma variedade de frutas, verduras e cereais integrais.
3 - Se alimente devagar, mastigando bem os alimentos.
4 - Pratique atividade fisica, com orientação de um profissional adequado.
5 - E o mais importante: ficar de bem com a vida!

Procure o acompanhamento de uma nutricionista e tenha uma ótima e saudável gestação! 

Comer peixe uma vez por semana já reduz risco de Alzheimer

Ômega 3 presente no alimento conserva células cerebrais e memória

Um estudo feito na Escola de Medicina na Universidade de Pittsburgh (EUA) indicou que idosos que comem peixe assado ou grelhado pelo menos uma vez por semana protegem o cérebro contra doenças. 
O estudo envolveu 260 pessoas com idade média de 71 anos que não tiveram problemas de memória. Todos preencheram questionários que avaliaram quanto de peixe eles comiam e como era preparado. Entre os indivíduos estudados, 163 comiam peixe semanalmente ou menos, enquanto o restante consumia o alimento de uma a quatro vezes por semana. Exames de imagem do cérebro foram feitos no início do estudo e sete anos mais tarde. 
Os pesquisadores descobriram que as células do cérebro responsáveis pela memória morriam mais rápido entre as pessoas que comiam pouco peixe, e 47% delas desenvolveram a doença de Alzheimer cinco anos após os exames. Por outro lado, apenas 3% das pessoas que comiam peixe de uma a quatro vezes por semana desenvolveram Alzheimer ou comprometimento leve da memória, já que as suas células cerebrais ficaram mais conservadas. 
Os pesquisadores tentaram levar em conta outros fatores de risco para a perda de memória que poderiam afetar os resultados, incluindo idade, sexo, escolaridade, obesidade e atividade física. Ainda assim, a associação entre peixes, volume cerebral e demência permaneceu. 
Lembrando que esses resultados valem para peixes consumidos de forma assada ou grelhada, uma vez que o peixe frito não traz os mesmos benefícios. Além disso, o motivo dessa proteção é a presença do ômega 3 em peixes como linguado, cavala, salmão, truta e atum. 
            Saiba o jeito certo de consumir o peixe amigo da saúde
Você já se perguntou o quanto de peixe entra na sua dieta? Acredite: essa resposta é pra lá de importante, tamanhos os benefícios que os nutrientes encontrados nesses alimentos oferecem ao nosso organismo. O ômega 3, componente mais conhecido, favorece o fortalecimento do sistema imunológico e contribui para a redução dos níveis de colesterol, regulando a fluidez do sangue. Mas além desse benefício, os peixes podem nos fornecer muitas outras propriedades e são sinônimo de uma alimentação saudável.
Para tanto, é necessários consumi-lo em boas porções. O cardiologista Michael Burr constatou, no Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, passando a comer peixe pelo menos duas vezes por semana. 
O milagre é assinado pelo ômega 3, um tipo de ácido graxo que promove uma faxina geral nas artérias. Esse nutriente é encontrado principalmente nos habitantes de água fria, como salmão, atum, sardinha, arenque, anchova, tainha, bacalhau e a truta. Fora essa gordura do bem que vale ouro, os peixes são ricos em proteínas, essenciais para a manutenção da massa magra do corpo e integridade da pele, das unhas e dos cabelos. "O bacalhau, mesmo com todas suas vantagens nutricionais, não deve ser consumido por pessoas hipertensas", já que é conservado no sal.
Mesmo com tantos benefícios cada brasileiro consome, em média, menos de sete quilos de peixe por ano. A quantidade mínima recomendado pela Organização Mundial de Saúde são 12 quilos. 
Mas não adianta optar pela versão frita, à milanesa, que são ricas em gordura saturada, que são prejudiciais ao organismo. Não adianta escolher um bom peixe e comê-lo frito, porque o óleo traz grandes prejuízos ao coração, aumentando o LDL (colesterol ruim).
O ideal é o consumo de peixes grelhados, cozidos ou assados, de preferência acompanhados de molhos leves (com pouco óleo e manteiga), arroz, purês e vegetais. 
Outra alternativa, ainda melhor, é consumir os peixes crus, à moda japonesa, nas receitas dos sushis e sashimis. Essa seria a maneira mais saudável, pois o peixe conserva todos os nutrientes benéficos à saúde.
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