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terça-feira, 9 de abril de 2013

Sushis podem engordar tanto quanto fast food


Se você é daqueles que passam reto pelo McDonald’s e optam por um combo de comida japonesa para contribuir com a dieta, saiba que não está sozinha. Porém, essa troca pode não ser tão boa assim: os sushis que parecem inofensivos podem engordar tanto quanto fast food. 
O alto valor calórico da culinária japonesa, que parece um almoço light pode significar uma overdose de calorias e carboidratos. Um sushi tradicional possui de 290 a 350 calorias e possui uma quantidade de carboidratos equivalente a duas fatias e meia de pão. Assim, um almoço japonês contém em média 1.050 calorias, o que não fica muito longe de uma típica refeição com almoço e batata frita. 
Acreditar que a culinária japonesa é mais saudável não é um engano incomum. Celebridades como Victoria Beckham e Keira Knightley já defenderam os sushis e sashimis na dieta e as mulheres do Japão são conhecidas por sua boa saúde. Assim, você não precisa abrir mão do seu combo preferido, mas fique atento às desvantagens, que foram relacionadas abaixo. 

# A porção de peixe é insignificante

Você já deve ter ouvido sobre os benefícios de incluir peixes como o salmão no cardápio e pode ter recorrido aos pratos japoneses por esse motivo. No entanto, a porção desse alimento nos sushis é insignificante.
O governo britânico recomenda o consumo de duas porções de peixe por semana, enquanto os especialistas afirmam que essa porção equivaleria a 140 gramas de alimento para garantir o efeito benéfico dos nutrientes para o corpo.
No entanto, uma unidade de niguiri (um bolinho de arroz com um fatia fina de peixe em cima) teria apenas 5 gramas do alimento. Assim, seria preciso comer em média 28 peças para alcançar a porção recomendada, o que significa um exagero quando consideramos o valor calórico.
Nesse caso, é recomendado preferir os sashimis, que possuem quantidades maiores de proteína, ômega 3, vitaminas e minerais. Só não vale exagerar: como os peixes podem conter certas toxinas prejudiciais à saúde, a indicação é comer no máximo quatro porções por semana, ou duas, no caso das mulheres grávidas.

# Excesso de carboidratos

Não é segredo que a base de uma boa refeição japonesa é o arroz. É preciso levar em consideração também que o alimento é processado, fazendo com que ele perca vitaminas, minerais e fibras, e que ele é cozido com quantidades generosas de açúcar e vinagre doce para garantir o sabor.

Isso compromete a receita, deixando-a com excessos de carboidrato e calorias.

# Sal demais

Outro alerta é quanto ao excesso de sal utilizado nos pratos japoneses. Ele também está presente no cozimento do arroz e aparece como acompanhamento de sushis e sashimis, que em geral são consumidos com muito shoyu, que é rico em sódio.

Vale lembrar que o excesso de sal aumenta o risco de pressão alta e do surgimento de doenças cardiovasculares.

# Comida japonesa pode engordar

Apesar de parecer uma opção mais saudável, não se engane achando que sushis têm poucas calorias. Esse alerta é ainda mais efetivo para aquelas versões que levam ingredientes como cream cheese e maionese.

Além disso, por ter pequenas porções de vários alimentos, o resultado acaba sendo uma refeição pobre em nutrientes como cálcio, vitamina A e vitamina C. Assim, vale variar os almoços durante a semana para se alimentar de forma saudável.

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